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Brasil: Fórum dos Leitores

Na Austrália, comentários deixados em páginas do Face podem render processo

  Na Austrália, comentários deixados em páginas do Face podem render processo Decisão no país deixa ainda mais confuso o debate global em relação a quem deve ser responsabilizado pelo que é dito nas redes sociais . Voller ainda precisa provar que foi difamado. Mas, em resposta à decisão da Suprema Corte do país de que os meios de comunicação poderiam ser considerados responsáveis pelos comentários postados por outras pessoas, alguns veículos australianos estão reconsiderando quais tipos de conteúdo compartilham no Facebook, possivelmente limitando o engajamento com os leitores.

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Brasil

País de extremos

Mais da metade da população brasileira sofreu de algum tipo de insegurança alimentar em 2020, segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Hoje, mais de 20 milhões passam fome no Brasil, há mais de 14 milhões de desempregados e nos últimos dez anos o total de favelas dobrou no País. O governo corta verbas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e veta distribuição gratuita de absorventes a mulheres em situação de vulnerabilidade e açougues vendem ossos por R$ 5 o quilo, enquanto a União e Estados gastaram R$ 2,4 bilhões para comprar férias de juízes que têm direito a 60 dias de descanso anuais. Este é o Brasil do oito e do oitenta.

Putin se apresenta como solução para crise do gás

  Putin se apresenta como solução para crise do gás O presidente da Rússia, Vladimir Putin, cujo país é muito influente no mercado de gás, afirmou nesta quarta-feira (13) que está disposto a aumentar as exportações para a Europa, tanto quanto necessário, para ajudar o continente a enfrentar a atual crise. Putin afirmou que é "muito importante" estabilizar o mercado de gás, que enfrenta uma crise sem precedentes - em especial na Europa. O presidente reivindicou "um mecanismo de estabilização a longo prazo do mercado de energia, o que é muito importante na difícil situação atual".

José A. Muller [email protected]

Avaré

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Inflação

Agora me conformei, estou definitivamente pobre. Tudo o que consumo subiu de preço mais de 30% no último ano. Essa é a minha inflação. Não que eu consuma em dólares ou em importados. Não. É ali, no supermercado, no posto de gasolina, no barbeiro, no comércio do meu bairro. Sem falar no IPTU, que a Prefeitura jura que não aumenta, mas sobe religiosamente 10% todo ano nos últimos dez anos. Os dados da economia não mentem. Parei de me iludir.

Flávio Madureira Padula [email protected]

São Paulo

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Investir lá fora

Com os candidatos favoritos à Presidência na próxima eleição, Lula e Bolsonaro, carimbados com o selo da ignorância e do retrocesso, o dinheiro do brasileiro migra, cada vez mais, para o exterior. O que antes se resumia a compras de moeda, casas em Orlando e apartamentos em Miami mudou para investimentos financeiros sofisticados. A matéria Brasileiro nunca investiu tanto lá fora (17/10, B1) relata, com dados do Banco Central (BC), que este número atingiu US$ 61,6 bilhões em agosto passado, com acréscimo de 44% só neste ano. Reverter essa situação exige que o País encontre um nome que possa devolver aos investidores, pequenos e grandes, a esperança e a confiança na economia e na imensa potencialidade do Brasil.

Caminhos de um jornal em construção

  Caminhos de um jornal em construção Foram 4 anos de testes e avanços para se chegar ao ‘Estadão’ que começa domingoO leitor recebeu em casa um envelope lacrado. A instrução era para que ele o abrisse apenas em um momento específico, durante uma videoconferência com pesquisadores e diretores do Grupo Estado. Foi só então que ele teve em mãos o seu jornal de todo dia, porém em um formato completamente diferente.

Nilson Otávio de Oliveira [email protected]

São Paulo

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Termômetro eleitoral

Este Fórum dos Leitores tem deixado clara a insatisfação do leitor/eleitor com os rumos do Brasil nos últimos anos. O tal nós contra eles, trabalhado e incutido na cabeça dos brasileiros pelo desgoverno petista, foi amplamente aceito e levado adiante pelo desgoverno Bolsonaro, o que infelizmente tem dificultado qualquer discussão embasada em realidades sociais necessárias ao inatingível país do futuro. Percebe-se que a aceitação desta situação incômoda do bate-boca ideológico está perdendo espaço e dando voz ao cidadão mais conectado com a realidade, que traz consigo o desejo de mudança e a negação da continuidade destes governos nefastos. Um raio de esperança ilumina a tal terceira via.

Ana Silvia F. P. P. Machado [email protected]

São Paulo

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Ferida

Renata Cafardo (Não há evolução sem bom professor, Estado, 17/10, A28) toca na ferida: só o investimento no professor, com avaliações e maiores salários, poderá levar a um Brasil melhor. Melhor por ser menos desigual, por formar cidadãos empenhados no convívio. Sem isso, nada é possível.

Fórum dos Leitores

  Fórum dos Leitores Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. PauloNovo ‘Estadão’

Pedro Paulo Abreu Funari, professor titular Departamento de História da Unicamp [email protected]

Campinas

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‘Estadão’

Novo formato

O jornalismo profissional é a melhor arma contra as fake news. O Estadão inovou no design e no formato sem perder o seu maior ativo: a credibilidade.

Mario D’Andrea, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade [email protected]

São Paulo

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Sinto que, além do jornal de sempre, tenho agora também uma revista moderna para continuar lendo durante a semana.

Joaquim A. Machado [email protected]

Campinas

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O novo Estado foi um exercício de modernidade, respeitando a experiência do leitor. Mais agradável de ler, com a qualidade e imparcialidade de sempre.

Alexis Thuller Pagliarini [email protected]

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

NOVO ‘ESTADÃO’

Sou assinante do jornal há 13 anos, estava ansioso para receber meu jornal no novo formato “mais gordinho” e me surpreendi positivamente. As letras maiores facilitam a leitura e os infográficos estão bem destacados e bonitos. Aproveito para elogiar as novas seções: A fundo e Para fechar, uma boa história. Tornou a leitura mais leve e descontraída. Sucesso ao Estadão e a todos que trabalham para fazer o jornal ser referência no jornalismo.

19 crianças ou adolescentes são assassinados por dia no Brasil, e 123 são estuprados

  19 crianças ou adolescentes são assassinados por dia no Brasil, e 123 são estuprados RIO DE JANEIRO, RJ, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil perde 19 crianças ou adolescentes por dia para a violência. É como se um dos maiores aviões da Boeing cheio de jovens caísse a cada 21 dias no país, com a grande maioria dos assentos ocupada por meninos negros. Nesse mesmo intervalo de 24 horas, ao menos outras 123 pessoas dessa faixa etária, de até 19 anos, são estupradas. Nesses casos, as maiores vítimas são meninas na pré-adolescência, tanto negras quanto brancas.

Giovani Lima Montenegro [email protected]

São Paulo

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Aprovei a mais nova mudança do Estadão. Como leitor deste e outros jornais, percebo as diferenças entre eles. O Estadão acerta em mesclar colunas com editoriais na página 2, colunas e ou editoriais com notícias. O jornal fica mais leve de ler. O formato berliner ficou interessante, pois se consegue visualizar toda a página. Como sugestão, sugiro nas primeiras páginas mesclar alguma foto que retrate uma beleza natural (ave, cachoeira, planta) ou até não natural, mas que não cause impacto negativo e assustador, com as demais notícias da página. O jornal tem que ser agradável de ler, assim como exercício físico, início leve e progressivo (notícias mais importantes ), atingir seu pico de atenção até o meio e depois ir desacelerando, tornando-se novamente leve, até seu final.

Outra sugestão, fazer uma pesquisa, se não foi feita, com os jovens que leem ou não têm o hábito de ler jornais, para entendê-los e fazer com que se interessem por esta parte da mídia e se transformem em novos leitores.

Parabéns e sucesso.

Márcio Roberto Lopes da Silva [email protected]

Itu

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Estava decidida a cancelar minha assinatura, porém fui surpreendida no domingo passado com um novo jornal simplesmente delicioso de ler! Mais fluído, mais moderno, dinâmico e objetivo! Parabéns!!!

Em votação, leitores do LANCE! montam zaga do São Paulo com Miranda, Arboleda e Orejuela

  Em votação, leitores do LANCE! montam zaga do São Paulo com Miranda, Arboleda e Orejuela Em enquete realizada no site de Duelos do LANCE!, torcedores votaram para montar a zaga com Miranda e Arboleda, com 62% dos votos, e Orejuela na lateral, com 56% dos votosCONFIRA A TABELA ATUALIZADA E SIMULE OS JOGOS DO BRASILEIRÃO DE 2021!

Sonia Khouzan [email protected]

Taboão da Serra

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Parabéns ao meu jornal preferido pelo novo formato. Moderno, compacto, fácil de manusear. Agora dá pra ler até tendo vento. E fiquei satisfeita em ver minha cartinha nesta estreia. Faço parte dessa história também. Obrigada, e parabéns pela coragem nesses tempos obscuros.

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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Sou leitora do Estadão desde que me entendo por gente. Cresci vendo meus pais com o Estadão nas mãos logo pela manhã. Hoje continuam firmes na leitura, meu pai, com quase 95 anos, lê ao longo do dia e minha mãe, com 89, adora o Sudoku. Meu filho, com 19 anos também adquiriu o hábito de ler o Estadão, mas na versão digital. É até engraçado, porque depois que começou a ler o jornal ele soltou essa: agora sei por que você é tão culta!

Pegando o novo jornal na mão, sinto como se estivesse no exterior, sensação de estar em um outro país… mais moderno.

Apenas um detalhe e dica: o tamanho da letra das cruzadas e do Sudoku está muito pequeno. Digo isso porque tanto meu pai quanto minha mãe disputam esses passatempos. E sei que com o novo tamanho de letra será praticamente impossível para eles, e isso não é legal.

Mas é só isso. No todo ficou tudo muito bacana.

Continuamos firmes na tradição.

Parabéns!

Márcia Terra [email protected]

São Paulo

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Muito feliz ao receber o novo jornal impresso do

Estadão. Sempre mantive minha assinatura e devo dizer que

está excelente essa modificação.

Parabéns a todos os envolvidos do Estadão nessa nova

fase e parabéns também pra nós leitores.

Fórum dos Leitores

  Fórum dos Leitores Cartas de leitores selecionadas pelo jornal o Estado de S. PauloCovid-19

Obrigado e grande abraço fraterno daqui de Votuporanga.

Bibiano Ribeiro Gonçalves Junior [email protected]

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‘DESESPERANÇA’

A respeito do editorial Desesperança (18/10,A3),cabe dizer com tristeza que o país abençoado por Deus, bonito por natureza e miscigenado como nenhum outro no planeta pelas sucessivas ondas de imigrantes que formaram a identidade nacional verde-amarela, vê nos últimos tristes e bicudos tempos de crise econômica e desemprego galopante muitos brasileiros emigrando para o exterior em busca de melhores condições de vida, seja de estudos ou de emprego. Uma perda importante e considerável de jovens e adultos que, por falta de esperança e melhores perspectivas no horizonte à sua frente, acabam vendo na emigração a única saída para um futuro esperançoso. Em vez de estudar e trabalhar dentro de suas fronteiras, colaborando para o engrandecimento do País, vão empregar seus talentos e conhecimentos no exterior. Pobre Brasil, de país de imigrantes a país de emigrantes. Até quando?

J. S. Decol [email protected]

São Paulo

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FUGA DE BRASILEIROS

O porcentual de brasileiros que vivem no exterior, em uma década, aumentou 35%, indo de 3,1 milhões em 2010 para 4,2 milhões em 2020. É bastante sensível a fuga do País de brasileiros, devendo ser incluídos na estatística os bons cérebros que procuraram outras plagas que os recebem e apresentam melhores condições de vida e de possibilidades profissionais. Realmente, as condições apresentadas pelo País nos últimos lustros não é convidativa para aqueles que desejam progresso e uma melhor vida, precisando, ainda, ser destacado o desemprego bastante alto e que impede milhares de famílias de se manterem satisfatoriamente. Eis que a situação precisa ser alterada, mas só poderá ser mudada com o ingresso de uma terceira via capaz de atentar para fatos anômalos como o apresentado. Nenhum país merece tamanha deserção.

Com crimes de Bolsonaro na pandemia, capa do Estado de Minas viraliza

  Com crimes de Bolsonaro na pandemia, capa do Estado de Minas viraliza Primeira página do jornal foi compartilhada por políticos, personalidades e leitores nas redes sociais, que elogiaram a ilustração

José Carlos de Carvalho Carneiro [email protected]

Rio Claro

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AZAR

Esta insistência do governo Bolsonaro em aprovar os jogos de azar deve ser para combinar com a “sorte” que tivemos em escolher seu governo.

Luiz Frid [email protected]

São Paulo

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PERSONALIDADE DE BOLSONARO

As seguintes são algumas das características de pessoas com transtorno de personalidade antissocial: falta de empatia (“E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?” e “Todos nós vamos morrer um dia”); comportamento impulsivo (desnecessárias motociatas a qualquer hora em qualquer lugar); falta de controle da raiva (“Você tem uma cara de homossexual terrível”); mentir e manipular os fatos (“O Brasil mudou, e muito, depois que assumimos o governo em janeiro de 2019. Estamos já dois anos e oito meses sem qualquer caso concreto de corrupção”), e por aí vai. O que será que o Conselho Federal de Psicologia acha de todos estes sintomas?

Acorda Brasil!

Omar El Seoud [email protected]

São Paulo

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HOUVE DOLO

O dolo, em direito penal, significa agir de forma deliberada para violar a lei, com pleno conhecimento da criminalidade do que está fazendo. Jair Bolsonaro sabia de todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde sobre o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, mas mesmo assim moveu montanhas para agir de maneira diametralmente oposta às recomendações da OMS. Bolsonaro demitiu dois ministros da Saúde que se recusaram a cumprir suas ordens e por fim nomeou um ajudante de ordens tão leigo quanto ele próprio. Bolsonaro e Pazuello promoveram uma verdadeira chacina contra o povo brasileiro, o que houve em Manaus foi um ato bárbaro de assassinato em massa de inocentes indefesos. Bolsonaro agiu de propósito ordenando a explosão de queimadas e desmatamentos que estão batendo todos os recordes e levando o País ao desastre hídrico. Há dolo inquestionável de Bolsonaro no desastre ambiental que o Brasil enfrenta. É chegada a hora da bancada da corrupção, dona do Congresso, contar os lucros e sair enquanto ainda está ganhando, abandonar Bolsonaro aos leões e sair de fininho antes que alguém lhes impute responsabilidade sobre os desastres, pandemia e desmatamento, que estão nos assolando.

Mário Barilá Filho [email protected]

São Paulo

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TERCEIRA VIA

Creio na importância de uma terceira via como candidatura à Presidência do Brasil, em 2022, não como para derrotar Lula ou Bolsonaro. O lulismo já está derrotado, não é páreo para o bolsonarismo, nem de longe. Basta ter olhos abertos e atentos às manifestações pró a cada um destes dois movimentos. A importância está na conscientização dos eleitores e no debate das mudanças estruturais necessárias para que o País alcance o estágio de desenvolvimento político, econômico e social que todos, de boa-fé, desejam, e que implica derrotar todos os que temem perder direitos, quero dizer, “vantagens adquiridas” ao longo de quase 500 anos de hegemonia das capitanias (e um certo capitalismo de araque), representadas por facilidades em manter privilégios de usurpação da coisa pública, seja como corrupção, seja como legalidades imorais (e ilegalidades amorais e imorais). A entrevista com Roberto Setúbal tratando deste assunto diz muito pouco sobre esta necessidade. Revela apenas que, num certo “achismo”, os últimos governos, alguns candidatos que aí estão, já tiveram a sua chance e não fizeram a renda per capita brasileira crescer, não fizeram as reformas necessárias. Gostaria de ver algum candidato com mais intenções reformistas, mais agenda de crescimento econômico, acho que seria importante para sairmos dessa inércia em que nos encontramos. (sic, grifo meu). Pois bem, o candidato à terceira via tem, antes de tudo, que pensar, e não achar. Tem de pensar em como combater todos os agentes políticos que atualmente deturpam os debates democráticos, dificultando levar à discussão os assuntos das reformas estruturantes, que não prosperam em razão dos que não abrem mão de privilégios e dos retrógrados que ainda infestam os Parlamentos e outras instituições da República. Tem de combater as ideologias à esquerda e à direita que velam atos ditatoriais, utilizando a democracia como meio para alcançá-los. Tem de proliferar a importância da civilidade consubstanciada no esforço individual de cada cidadão brasileiro em buscar na educação sua redenção. Tem de vociferar que a livre iniciativa traz progresso e emprego. Tem de disseminar a ideia de que somo todos iguais perante a lei, indistintamente de etnia, religião, gênero, condição social. Tem de valorizar a cultura brasileira sedimentada nos legados da escravidão e da história. Tem de demonstrar que a – e na – imensidão geográfica e geológica do território nacional guarda preciosos recursos, que só serão transformados em bens materiais para o Brasil e para o resto do mundo que também deles necessitam quando houver disciplina, hierarquia e respeito aos que se dedicam a buscar conhecimento nos institutos avançados, que são as Universidades. E, para todas estas mudanças, é preciso propor políticas públicas, políticas de Estado, políticas que fazem surgir, no cenário das instituições, pessoas isentas de preconceitos, ressentimentos, compromissos com ideologias que diminuem a dignidade dos cidadãos. Um tal candidato à Presidência do Brasil, no momento atual, que antecede em quase 12 meses o dia do sufrágio, trará ao atual governo, de Jair Bolsonaro, um alento para conduzir o Brasil a um estágio de diálogo produtivo e salutar, com contra-argumentos que as oposições autênticas trazem ao aprimoramento de propostas de leis. E que vença o que vier unir o País num só projeto: o da conformação de um povo saudável, física, mental e espiritualmente.

Carlos Leonel Imenes [email protected]

Nazaré Paulista

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XÔ SATANÁS

Graças aos amigos protetores da impunidade, Lula e José Dirceu estão soltos, serelepes e com reais intenções de retornar ao poder. Estão quase chegando lá. A pretensão maior é desestruturar o País com o “nós contra eles”, “quanto pior, melhor”, retorno das invasões rurais e urbanas, extinguir a liberdade de imprensa e da oposição, além de dar continuidade do Brasil à “exemplar“ democracia venezuelana. Errar é humano, mas insistir no erro é burrice.

Humberto Schuwartz Soares [email protected]

Vila Velha (ES)

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CORONAVAC

O Butantan e a Sinovac bem que poderiam negociar urgentemente com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a aceitação da Coronavac naqueles países que só aceitam AstraZeneca, Pfizer e Janssen para entrada de turistas. Como, por causa do “mito”, só tivemos a Coronavac por muito tempo, poucos acima de 50 anos poderão viajar para onde quiserem nas férias.

Cássio Mascarenhas de Rezende e Camargos [email protected]

São Paulo

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ASPIRINA E COVID

Em tese, aspirina de baixa dose (vendida sem prescrição) parece proteger os pulmões de pacientes com covid-19 e minimizar em 44% a necessidade de ventilação mecânica, de acordo com uma nova pesquisa da Universidade George Washington. Internações na UTI foram menores em 43%, e a mortalidade geral no hospital registrou queda de 47%. Se já é mesmo ou ainda não e quanto ao que fazer, consulte o seu médico.

Jorge A. Nurkin [email protected]

São Paulo

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VACINA CONTRA A RAIVA

Nas últimas décadas, várias vacinas surgiram para tornar nossa população mais saudável e protegida contra doenças, que eram verdadeiros fantasmas antigamente. Podemos citar, por exemplo: BCG, hepatite A e B, DTP, pneumocócica 10 valente, vacina inativada poliomielite, vacina rotavírus humano, meningocócica C, vacina oral poliomielite, febre amarela, sarampo, rubéola, caxumba, varicela, HPV quadrivalente. Os pediatras sempre orientam os pais a vacinarem as crianças, como método eficaz de evitar doenças. As frequentes campanhas do governo federal alertam a população em geral quanto à necessidade de evitar doenças desnecessárias e prejudiciais à saúde. Curiosamente, durante a pandemia do coronavírus, a confusa orientação sobre a imunização tomou conta da esfera federal. Os cientistas de todo o mundo formaram várias equipes dedicadas a desenvolverem rapidamente vacinas para minimizar os efeitos da pandemia. Será que o nosso presidente nunca vacinou os seus filhos? Bolsonaro nunca foi vacinado? Contra a raiva sabemos que não.

José Carlos Saraiva da Costa [email protected]

Belo Horizonte

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O LEÃO VIROU UM GATINHO?

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid começou como um leão bravo urrando por todos os lados. Agora, no término dos trabalhos investigativos, percebe-se um desânimo que indica um miado bem parecido ao de um gatinho medroso. Como já dizia aquela senhorinha de Taubaté: “O urro do leão bravio virou miado de um gatinho?”. Quem viver verá!

Júlio Roberto Ayres Brisola [email protected]

São Paulo

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ACOLHIMENTO SOCIAL EM CURITIBA

Todos sabemos que o número de pessoas em situação de extrema situação de vulnerabilidade social e de rua aumentou consideravelmente em Curitiba nos últimos anos. Mesmo assim, a prefeitura da cidade fechou alguns albergues, e tem criado situações absurdas por parte de funcionários da Fundação de Ação Social (FAS), que impedem a entrada espontânea das pessoas que procuram acolhimento nas casas de passagem, alegando que elas devem voltar para a área central da cidade e de lá ligar para a central 156 e pedir resgate social por parte da própria Fundação.

A maioria das pessoas vulneráveis e de situação de rua não tem celular, e a reclamação de grande parte delas é de que as Kombis do resgate social da FAS, não atende aos chamados. Mesmo registrando pedido no 156 da prefeitura, o tão esperado resgate social nunca vem!!

E o jeito é amargar mais uma noite de frio e chuva nas ruas da cidade, mesmo havendo camas vazias nos albergues públicos de Curitiba.

Celio Borba [email protected]

Curitiba

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TURISMO DE VOLTA

Com o aumento da vacinação entre nós e no mundo, a recuperação econômica global é uma tendência irreversível. Entre essas tendências, o turismo se apresenta como uma das mais fortes, e a cidade do Rio de Janeiro, ainda a Cidade Maravilhosa, desponta como uma das mais beneficiadas nesse setor econômico, que gera milhões de empregos diretos e indiretos e renda a nossa sociedade. Essa realidade é o sonho que todos nós esperamos viver nesse novo normal que está a nossa frente.

José de Anchieta Nobre de Almeida [email protected]

Rio de Janeiro

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LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS

Os milhares de mortos que, mensalmente, inundam a nossa sociedade dizem das guerras perdidas que os nossos legisladores e políticos teimam em tanto desconhecer. Alegam, de modo preconceituoso e que inibe maiores estudos e considerações, que a legalização das drogas iria levar a um descontrole social. Que caminhem, pois, por ruas de Roma e Florença, na Itália, por exemplo, ou em Amsterdam, na Holanda, ou pela Cidade do Cabo, na África do Sul, e atestem a não existência de qualquer violência causada pela livre venda da maconha em lojas sob o controle e vigilância do Estado, com recolhimento de impostos e desmistificação de algo que só persiste no imaginário empobrecido, ou interesseiro, de pessoas despreparadas para tomadas de determinadas decisões que muito interessariam àqueles que, realmente, pagam o pato do atraso mental, espiritual e racional dos governantes de mentalidades pouco afeitas às novas realidades e a suas gestões possíveis.

Marcelo Gomes Jorge Feres [email protected]

Rio de Janeiro

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Com crimes de Bolsonaro na pandemia, capa do Estado de Minas viraliza .
Primeira página do jornal foi compartilhada por políticos, personalidades e leitores nas redes sociais, que elogiaram a ilustração

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