TOP notícias

Brasil: Doria anuncia fundo de R$ 100 mi para Amazônia e se contrapõe a Bolsonaro

Presidente da Colômbia promete unidade com Bolsonaro em proposta de preservação da Amazônia

  Presidente da Colômbia promete unidade com Bolsonaro em proposta de preservação da Amazônia Iván Duque se reuniu com empresários brasileiros em busca de investimentos. Mandatário brasileiro já tem três denúncias no Tribunal Penal Internacional por destruir a floresta,Duque chegou há dois dias ao Brasil anunciando a intenção de aumentar a proximidade entre os dois países. Após encontros com empresários em São Paulo e em Brasília, ele destacou que estão previstos investimentos na casa de 1,4 bilhão de dólares provindos do Brasil. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o intercâmbio comercial entre os dois países foi de 3,6 bilhões de dólares no ano passado. “Estamos no ponto mais alto de nossas relações”, disse Duque.

DUBAI, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS (FOLHAPRESS) - Em busca de uma vaga na corrida presidencial do ano que vem, o governador João Doria (PSDB-SP) pretende chegar à COP26 como um antípoda ambiental de Jair Bolsonaro.

Na manga, um novo fundo de R$ 100 milhões para a Fapesp (Fundação de Amparo à Pequisa do Estado de São Paulo) dedicado exclusivamente à pesquisa na região da Amazônia.

O valor, diz a secretária Patrícia Ellen (Desenvolvimento Econômico), pode chegar a R$ 500 milhões, a depender da finalização do edital e de sua modelagem, que permitirá o aporte de recursos privados e de outras fundações semelhantes.

"Nós já somos um contraponto ao governo Bolsonaro, que isolou o país. O Brasil não tem compromisso com a descarbonização, nós temos", afirmou Doria em Dubai, onde integra uma missão empresarial antes de embarcar no sábado (30) para Glasgow (Escócia), que sediará a reunião do clima da ONU.

Doria e Eduardo Leite admitem erro em 2018 e fazem críticas indiretas em debate para prévias do PSDB

  Doria e Eduardo Leite admitem erro em 2018 e fazem críticas indiretas em debate para prévias do PSDB SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro debate das prévias presidenciais do PSDB foi marcado por críticas indiretas entre os governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS), que evitaram confrontos abertos —as provocações ficaram a cargo do terceiro concorrente, o ex-prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio (PSDB). No debate promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico nesta terça (19), tanto Leite como Doria afirmaram ter sido um erro ter apoiado a eleição de Jair Bolsonaro em 2018 e fizeram críticas ao atual presidente, sobretudo na condução da economia e na flexibilização do teto de gastos.

Doria já fez reuniões com os oito governadores que estarão na COP26, buscando montar uma agenda comum. Segundo Ellen, um detalhe do edital é único: ele exige a presença de ao menos um pesquisador ou instituto da região para ser aprovado. "Isso estimulará o ecossistema da ciência na região", afirmou.

Doria quer ser candidato a presidente pelo PSDB, onde enfrenta prévias contra o governador Eduardo Leite (RS). Desde o ano passado, ao apostar na produção local da vacina contra a Covid-19, adotou uma defesa pública da ciência ante o negacionismo de Bolsonaro no trato da pandemia.

A postura foi vitoriosa no caso das vacinas, até hoje combatidas pelo presidente, mas foi arranhada por críticas eventuais a decisões de liberalização de medidas para tentar conter a circulação do vírus.

Facebook tira do ar live de Bolsonaro com fake news sobre relação da vacina da Covid com a Aids

  Facebook tira do ar live de Bolsonaro com fake news sobre relação da vacina da Covid com a Aids Neste domingo (24), o Facebook tirou do ar uma live de Jair Bolsonaro (sem partido), realizada na última quinta-feira (21). No vídeo, Bolsonaro compartilhou uma mentira a respeito de uma suposta relação entre a vacina contra a Covid e a Aids. ++ Felipe Neto rebate notícia falsa de apoiadores do Bolsonaro: “Não caia em fakenews” […]++ Felipe Neto rebate notícia falsa de apoiadores do Bolsonaro: “Não caia em fakenews”

O maior problema que o tucano teve, ao menos em termo retórico, foi quando em 2020 seu governo propôs tomar o superávit de universidades estaduais e da própria Fapesp para ser integrado ao Tesouro estadual.

Houve uma grita enorme na comunidade científica e, ao fim, o governador teve de recuar da ideia, em outubro. Desde então, concentra esforços para superar o episódio.

No orçamento deste ano, o governador apresentou o maior nível de investimento histórico em ciência e tecnologia do estado, 40% maior do que em 2020, chegando a R$ 1 bilhão.

Mais um contraponto explorado pelo time de Doria: o Ministério da Economia tosou R$ 600 milhões da pasta da Ciência e Tecnologia, 90% do que era destinado à pesquisa.

Com a projeção internacional negativa do Brasil sob Bolsonaro, particularmente no quesito ambiental, abriu-se uma grande oportunidade para São Paulo. O fundo é o mais vistoso item dessa agenda, que inclui também um programa importante localmente, mas sem impacto internacional relevante, o da despoluição do rio Pinheiros.

A bioeconomia vai salvar a Amazônia?

  A bioeconomia vai salvar a Amazônia? Por Henrique Beirangê em Greenpeace - “Ninguém tem na ponta da língua o que é bioeconomia, mas todo mundo interessado nesse debate já está fazendo a lição de casa. Vocês precisam definir o que querem desse conceito e colocar uma proposta na mesa”. A afirmação foi feita pelo ecologista Paulo Moutinho, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), para um público de lideranças extrativistas, indígenas e quilombolas durante o Encontro Amazônico da Sociobiodiversidade, em Belém (PA), realizado entre os dias 18 e 20 de outubro. Essa fala simboliza o status atual da discussão que vem tomando conta da agenda econômica para a Amazônia.

Ela será apresentada como caso local de iniciativa em prol do ambiente, algo essencial num mundo em que fundos de investimento perguntam antes se governos e empresas estão rezando segundo a cartilha ESG (sigla inglesa para ambiente, sustentabilidade e governança).

Doria e seus secretários têm repetido o mantra acerca do tema, e sua defesa do tema sob uma ótica nacionalista gerou até uma cena inusitada na entrevista coletiva ocorrida em um hotel em Dubai.

Uma assessora lhe deu uma latinha de Pepsi que, no melhor estilo do astro português Cristiano Ronaldo, Doria recusou.

"Aqui é Brasil, aqui é guaraná", disse. Sem o refrigerante da Ambev por perto, acabou bebendo suco de laranja da Natural One. Em junho, o jogador do Manchester United (ING) causou comoção ao recusar uma Coca-Cola, patrocinadora da Eurocopa que disputava por Portugal, e pediu uma água.

Enquanto Ronaldo foi acusado de hipocrisia por esnobar um anunciante, Doria foi claro e lembrou que tanto a Ambev quanto a Natural One estão entre as principais patrocinadoras da Missão Dubai, paga por empresas privadas organizadas pela agência paulista InvestSP.

O jornalista Igor Gielow viajaa convite da InvestSP

Fundo Amazônia +10 tem a adesão de dez Estados e recursos iniciais de R$ 100 milhões da FAPESP .
Por Agência FAPESP – Secretários da área de ciência e tecnologia de dez Estados brasileiros e representantes das respectivas fundações de amparo à pesquisa (FAPs) reúnem-se quinta-feira (04/11), em Brasília, para os acertos finais do lançamento do edital Fundo Amazônia +10, uma iniciativa conjunta de São Paulo, Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação na Amazônia Legal.

Ver também