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Brasil: Com pandemia, número de ônibus queimados despenca no Brasil

Como a influência de Erdogan no BC da Turquia disparou inflação

  Como a influência de Erdogan no BC da Turquia disparou inflação Contra juros altos, governo turco toma medidas econômicas heterodoxas e mergulha país em criseMatheus Jaconeli, economista da Nova Futura Investimentos, avalia que a Turquia chegou a esse cenário devido a 2 fatores. O 1º tem a ver com a história recente do país. “A Turquia enfrentou alguns problemas do ponto de vista geopolítico, principalmente com os EUA ampliando o risco percebido em relação ao país”, diz.

O Brasil registrou 69 ônibus incendiados em 2021, o menor patamar em 10 anos, reflexo da queda de circulação de pessoas nos coletivos, redução de manifestações na pandemia e um maior cuidado da população com os coletivos públicos.

O número representa uma queda de 29% frente a 2020, quando foram queimados 97 coletivos. Os dados são da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano), enviados a pedido do Poder360.

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“A pandemia mudou o comportamento das pessoas. Elas estão se locomovendo menos“, afirmou Otávio Cunha, presidente-executivo da associação.

Ômicron prevaleceu em 98,7% das amostras pesquisadas no Brasil

  Ômicron prevaleceu em 98,7% das amostras pesquisadas no Brasil Ômicron prevaleceu em 98,7% das amostras pesquisadas no BrasilDados de 26 de dezembro a 1° de janeiro mostram que o número de estados com indicação de Ômicron passou de 9 para 18 e o de municípios, de 80 para 191. Entre a última semana de 2021 e a primeira de 2022, a positividade para SARS-CoV-2 nos testes foi de 13,7% para 39,5%, segundo o ITpS.

  Com pandemia, número de ônibus queimados despenca no Brasil © Fornecido por Poder360

Manaus lidera ranking

A capital do Amazonas registrou 14 coletivos queimados em 2021. Em junho, a cidade foi alvo de ataques depois da morte de um traficante. São Paulo (12) e Salvador (6) vêm em seguida.

Entre as Unidades da Federação, São Paulo, Rio e Minas lideram no período de 2004 até o ano passado.

  Com pandemia, número de ônibus queimados despenca no Brasil © Fornecido por Poder360

EFEITO PANDEMIA

Otávio Cunha diz que a população está preocupada com as ondas de contágio da pandemia, o desemprego piorou e, na prática, isso não está resultando em revolta.

A insatisfação popular é uma das causas do alto número de ônibus queimados nos últimos anos. O auge na série histórica foi 2014: ano da Copa do Mundo e de muitas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff (PT) teve 657 incêndios em coletivos.

Para o setor, a queda de incêndios é um alívio. O prejuízo cai na conta das empresas. O governo diz que não tem responsabilidade nesses casos. É difícil processar os delinquentes.

Cunha relata que a maioria dos contratos em vigor não inclui o risco desses incêndios no valor final das licitações. Ele diz que isso pode mudar nos próximos anos.

O executivo diz, no entanto, que o maior risco para o setor ficou claro agora na pandemia: a queda de demanda –que caiu 80% por causa do isolamento social. As empresas têm que arcar com o custo da circulação dos ônibus, o que elevou o endividamento das companhias em R$ 22,4 bilhões. É o chamado deficit operacional.

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Saúde registra 135.080 novos casos em 24h; há uma semana, em 16 de janeiro, total era de 23 milhõesA pasta também contabilizou 296 novas mortes pela covid-19 em 24 horas, elevando a média móvel de mortes para 293. São 623.097 vítimas até o momento.

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