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Esportes: Covid-19: Pesquisador revela que praticantes de atividades físicas "tendem a ter uma doença mais branda"

Fisioterapeuta Cleane Fontenele explica como atletas de combate devem lidar com alongamento para atingir “força máxima”

  Fisioterapeuta Cleane Fontenele explica como atletas de combate devem lidar com alongamento para atingir “força máxima” Fisioterapeuta Cleane Fontenele explica como atletas de combate devem lidar com alongamento para atingir “força máxima”Com mais de um bilhão de visualizações nas redes sociais, Cleane Fontenele é apontada como a “rainha das dicas” pelos seus seguidores. E, ao ser questionada se aconselha ou não o alongamento antes da prática esportiva, a fisioterapeuta é enfática na resposta: “depende”.

Após a pandemia da Covid-19 assolar o mundo, muito foi questionado sobre a incidência da enfermidade em praticantes de atividades físicas. Nesse contexto, o professor Bruno Gualano, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), abordou o tema em um editorial publicado no British Journal of Sports Medicine.

À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Gualano destacou que "pessoas fisicamente ativas tendem a ter uma doença mais branda" quando contaminadas pelo novo coronavírus, supostamente com menos risco de hospitalização.

Homem se exercitando. Foto: Pixabay © Fornecido por Bolavip Brasil Homem se exercitando. Foto: Pixabay

"Algo que foi especulado no início da pandemia e hoje está demonstrado de forma bastante consistente é que pessoas fisicamente ativas tendem a ter uma doença mais branda quando infectadas pelo SARS-CoV-2. O conjunto de pesquisas sobre o tema sugere que, em média, essas pessoas correm entre 30% e 40% menos risco de hospitalização", explicou Bruno.

A combinação de fatores que deixa Brasil e América do Sul mais protegidos contra a ômicron

  A combinação de fatores que deixa Brasil e América do Sul mais protegidos contra a ômicron Apesar de explosão atual de casos, população tem defesa mais robusta em comparação com ondas anteriores do coronavírus; veja pontos fortes e fracos.Mas, em meio ao avanço global da variante ômicron, que demonstra ser muito mais transmissível, faz o mundo bater recorde de novos casos de covid-19 e já causou mortes por aqui, os dados e os especialistas sinalizam que o Brasil - junto a boa parte da América do Sul - tem atualmente barreiras de proteção mais robustas para evitar que a explosão de infecções resulte em altos números de casos pacientes graves e óbitos.

Contudo, o profissional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo ressaltou que os estudos foram realizados em diversos países, com desfechos distintos, como admissão hospitalar e internação. Com informações do site VivaBem, do UOL.

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