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Mundo: Rússia corta vínculos com Otan após acusação de espionagem

Congressistas dos EUA pedem que Biden retire oferta para que Brasil seja parceiro da Otan

  Congressistas dos EUA pedem que Biden retire oferta para que Brasil seja parceiro da Otan Em carta, parlamentares do partido do presidente americano criticam governo 'militarizado' do Brasil e exortam mudança de rumo na relação dos EUA com a gestão de Jair Bolsonaro.O status como aliado militar preferencial dado ao Brasil facilita a compra de tecnologia militar e armamentos dos EUA, garante a participação das Forças Armadas brasileiras em treinamentos promovidos pelo Pentágono, além de outros benefícios militares.

A Rússia anunciou nesta segunda-feira (18) a suspensão de sua missão na Otan e a da Aliança Atlântica em Moscou, após a retirada, em 6 de outubro, do credenciamento de oito representantes russos na organização, acusados de espionagem.

O ministro das Relações Exteriores russo Serguéi Lavrov, em coletiva de imprensa em Moscou © Kirill Kudryavtsev O ministro das Relações Exteriores russo Serguéi Lavrov, em coletiva de imprensa em Moscou A Rússia anunciou nesta segunda-feira a suspensão de sua missão na Aliança Atlântica em Moscou e em Bruxelas, após a retirada em 6 de outubro do credenciamento de oito representantes russos na organização, acusados de espionagem. © Nikolay KORZHOV A Rússia anunciou nesta segunda-feira a suspensão de sua missão na Aliança Atlântica em Moscou e em Bruxelas, após a retirada em 6 de outubro do credenciamento de oito representantes russos na organização, acusados de espionagem.

Essa decisão ilustra ainda mais as fortes tensões entre Rússia e os países ocidentais há vários anos, entre sanções, expulsões trocadas de diplomatas, acusações de interferência eleitoral, espionagem e ciberataques atribuídos a Moscou.

Rússia suspende missão na Otan após acusação de espionagem

  Rússia suspende missão na Otan após acusação de espionagem SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia anunciou nesta segunda-feira (18) a suspensão de sua missão diplomática na Otan, após a aliança militar ocidental expulsar oito representantes russos acusados de espionagem. “A Otan não está interessada em diálogo equitativo e trabalho conjunto”, afirmou o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov. “Se esse é o caso, não vemos a necessidade de seguir fingindo que mudanças num futuro próximo são possíveis.” As medidas entrarão em vigor em 1º de novembro. Na prática, a Rússia suspenderá as missões em Bruxelas e da Otan na embaixada da Bélgica em Moscou.

A Rússia, por sua vez, repreende a Aliança Atlântica pela sua ambição de se estender até suas fronteiras, integrando Ucrânia e Geórgia, duas ex-repúblicas soviéticas que ainda considera parte de sua esfera de influência.

"Após certas medidas tomadas pela Otan, as condições básicas para um trabalho comum não existem mais", disse o ministro russo das Relações Exteriores, Serguéi Lavrov, destacando que as medidas entrarão em vigor em 1º de novembro.

Concretamente, a Rússia suspenderá indefinidamente sua missão em Bruxelas no berço da aliança militar ocidental, assim como a missão da Otan na embaixada da Bélgica em Moscou. Esta última tem como objetivo garantir a relação entre a aliança em Bruxelas e o ministério da Defesa russo.

EUA agem para restringir venda de ferramentas de invasão de computadores no exterior

  EUA agem para restringir venda de ferramentas de invasão de computadores no exterior EUA agem para restringir venda de ferramentas de invasão de computadores no exterior(Reuters) - O Departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira novas regras destinadas a restringir a venda de produtos voltados a ações de invasão de computadores e outros sistemas eletrônicos para alguns países com práticas consideradas por Washington como "autoritárias".

Lavrov também anunciou "acabar com a atividade do escritório de informação da Otan", cuja missão, conforme definida pela aliança, é "melhorar o conhecimento e a compreensão mútuos".

Desde 2014, com a anexação da península da Crimeia por parte da Rússia, "a Otan já reduziu consideravelmente os contatos com a nossa missão. No que diz respeito à parte militar, não houve nenhum contato desde então", justificou o chefe da diplomacia russa. "A atitude da Aliança com o nosso país se tornou cada vez mais agressiva", denunciou a Rússia.

A Otan lamentou a decisão de Moscou. "Reforçamos nossa dissuasão e nossa defesa em resposta aos atos agressivos da Rússia, mas seguimos abertos ao diálogo", indicou uma porta-voz da aliança. "A decisão russa é mais do que infeliz", criticou o ministro das Relações Exteriores alemão, Heiko Maas, considerando que a mesma irá "prolongar a relação gelada" entre as autoridades russas e a Otan.

Otan acertará grande plano para deter ameaça crescente da Rússia

  Otan acertará grande plano para deter ameaça crescente da Rússia Otan acertará grande plano para deter ameaça crescente da RússiaBRUXELAS (Reuters) - Ministros da Defesa dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) devem acertar nesta quinta-feira um novo plano para defender seus países de qualquer possível ataque da Rússia em frentes múltiplas, reafirmando o objetivo central da aliança de deter Moscou, apesar de um foco cada vez maior na China.

- 'Atividades maldosas' -

Em caso de urgência, a Aliança poderá, no futuro, entrar em contato com o embaixador russo na Bélgica, acrescentou Lavrov.

Essas medidas ocorrem após uma nova série de acusações de espionagem.

No início de outubro, a Otan anunciou que estava retirando o credenciamento de oito membros da missão russa em Bruxelas, acusados de serem "agentes da inteligência russa não declarados".

O secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, acusou na ocasião Moscou de aumentar suas "atividades maldosas" na Europa.

A Rússia fez uma advertência ao considerar que a aliança político-militar, fundada em 1949 pelos rivais da União Soviética, já demonstrou sua rejeição em normalizar suas relações.

Em março de 2018, a aliança militar já havia decidido retirar as credenciais de sete membros da missão russa e expulsá-los da Bélgica, após o envenenamento de Serguei Skripal, um ex-agente russo, e de sua filha no Reino Unido.

Posteriormente, o número de credenciamentos para a missão russa em Bruxelas foi reduzido de 30 para 20. Em 7 de outubro de 2021, ainda mais, até restarem 10.

Apesar das fortes tensões, desde 2014 o alto comando militar russo se reuniu várias vezes em terceiros países com líderes militares da Otan e do Pentágono.

Em fevereiro de 2020, o chefe do Estado Maior russo, Valeri Guerasimov, reuniu-se no Azerbaijão com o comandante supremo da Otan para a Europa, o general americano Tod Wolters.

Em setembro de 2021, Guerasimov teve um encontro em Helsinque com seu par americano, Mark Milley, após uma reunião em dezembro de 2019.

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