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Mundo: Museu Edvard Munch inaugura casa monumental em Oslo

Homem com arco e flecha deixa feridos e ao menos 4 mortos na Noruega

  Homem com arco e flecha deixa feridos e ao menos 4 mortos na Noruega SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ao menos quatro pessoas morreram e outras ficaram feridas após um homem usando um arco e flecha atacá-las na cidade de Kongsberg, na Noruega, nesta quarta-feira (13), segundo informações da polícia local e da emissora pública NRK. Segundo o chefe de polícia Oeyvind Aas, o criminoso foi preso. Ainda não há informação do número exato de pessoas feridas, tampouco o estado de saúde delas. Os ataques –o número não foi divulgado– ocorreram em uma grande área de Kongsberg, um município de cerca de 28 mil habitantes localizado a 85 quilômetros da capital norueguesa, Oslo.

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Ele se referia a elas como "seus filhos" e, como um bom pai, recusou-se a vê-las separadas. Agora, a grande família de Edvard Munch, mais de 26.000 obras, como a universalmente conhecida O Grito, inaugura uma nova casa em Oslo.

Foi-se o edifício antigo, obsoleto, mal protegido e periférico no leste da capital norueguesa. Na sexta-feira, 22, o museu Munch muda-se para o centro da cidade, dentro de uma torre espaçosa e moderna, mas também criticada.

"Pode ser o maior museu dedicado a um único artista", disse o diretor do museu Stein Olav Henrichsen, mostrando suas novas salas.

Suspeito de ataques na Noruega é dinamarquês convertido ao islamismo radical

  Suspeito de ataques na Noruega é dinamarquês convertido ao islamismo radical O homem detido pela polícia norueguesa e suspeito de ter cometido os ataques usando um arco e uma flecha, que deixaram cinco mortos e dois feridos na cidade de Kongsberg, no sul da Noruega, nesta quarta-feira (13), é um dinamarquês de 37 anos, informou a polícia nesta quinta-feira (14). Ele teria se reconvertido recentemente ao islamismo radical. De acordo o chefe da polícia dinamarquesa, Ole Bredrup Saeverud, o suspeito se converteu ao Islã e teria se radicalizado nos últimos anos.O homem era monitorado pela polícia, disse Bredrup durante uma entrevista coletiva em Kongsberg.   "Estamos investigando para confirmar se se trata de um atentado terrorista", disse Saeverud.

Com 13 andares e mais de 26.000 metros quadrados, o novo edifício apelidado de Lambda oferece cinco vezes mais espaço de exposição do que o edifício sombrio que até agora abrigava o tesouro nacional no popular bairro de Tøyen.

Solteiro e sem filhos, Munch (1863-1944) legou sua obra à cidade de Oslo, escolhida em sua velhice em detrimento do Estado norueguês. Herdeiro inicial, o país caiu nas mãos da Alemanha nazista, que considerava este pioneiro do expressionismo um representante da "arte degenerada".

Às margens do fiorde, logo atrás da ópera, o novo museu repara uma injustiça histórica dando ao artista a embalagem que seu trabalho merece.

A previsão é chegar a 500 mil visitantes - e a expectativa é ultrapassar um milhão - para o acervo permanente, que abrigará 200 obras em 4.5 mil m2.

Novo governo da Noruega tem sobreviventes do massacre de Utøya e maioria de mulheres

  Novo governo da Noruega tem sobreviventes do massacre de Utøya e maioria de mulheres O novo primeiro-ministro norueguês, o trabalhista Jonas Gahr Støre, apresentou sua nova equipe de governo nesta quinta-feira (14), na qual há uma maioria de mulheres e dois sobreviventes do massacre cometido em Utøya, em 2011. Outra peculiaridade é que o novo governo terá dois sobreviventes do massacre na ilha de Utøya. Na tragédia, o extremista de direita Anders Behring Breivik matou 69 pessoas em 2011, durante um encontro da juventude trabalhista. No total, os episódios de 2011 deixaram 77 mortos no país, já que oito pessoas morreram em outro  ataque de Breivik em Oslo. Neste, o alvo era a sede do governo.

Além das referências sombrias à angústia, ao desespero e à morte, algumas peças do pintor norueguês abordam questões menos deprimentes como o amor, autorretratos ou paisagens.

Diante da pele pálida de corpos nus, doentes ou sem vida, brilham as cores avermelhadas dos cabelos ou do céu.

Como não poderia ser diferente, a coleção contém O Grito, emblema do museu apresentado em diferentes versões, e outras obras importantes como Amor e Dor, Madonna ou A Menina Doente.

Mas, junto a elas, inúmeras peças menos conhecidas, esculturas, fotografias, um filme ou enormes murais como O Sol que, na hora da construção, tiveram que entrar por uma fenda especial, posteriormente coberta.

"Munch queria ter um museu. Ele se referia a suas obras como seus filhos e queria que todas estivessem juntas em uma coleção", explica a curadora Trine Otte Bak Nielsen.

"Acho que ficaria muito feliz em ver o que fizemos."

Mercedes-AMG inaugura área temática de entrega de veículos

  Mercedes-AMG inaugura área temática de entrega de veículos Mercedes-AMG inaugura área temática de entrega de veículosO novo espaço, com mais de 700m², foi totalmente redesenhado. Entre outras características, há um piso asfáltico especial e as cores características da AMG.

'Destruição' em Oslo

O edifício não gera reação unânime. Sua parte superior oblíqua não convence e as prometidas janelas iluminadas estão agora escondidas por trilhos de alumínio que parecem "barreiras de segurança".

Em 2019, o historiador da arte Tommy Sørbø já denunciava a "destruição" de Oslo, uma "catástrofe anunciada".

Sua opinião não mudou, "pelo menos para o exterior e a entrada".

"O lobby parece um aeroporto, um armazém, um hotel ou um prédio comercial", disse ele à AFP.

"Não há nada na escolha de cores e materiais que anuncie que o lugar abriga (a obra) de um dos grandes artistas do mundo", continua.

A direção resistiu à tempestade. O museu deve provocar como o trabalho de Munch fez em sua época, assegura.

"O edifício enquadra-se muito bem no acervo porque é um edifício monumental, um edifício brutal, situado no coração da cidade e que exige reflexão", estima Henrichsen.

E talvez as tão difamadas "barreiras de segurança" sirvam de dissuasão para pessoas mal-intencionadas que repetidamente tentaram roubar as obras de Munch ao longo dos anos.

Um dos casos mais notórios ocorreu em 2004, quando ladrões roubaram O grito e Madonna em uma operação que pretendia distrair a polícia um dia após um sangrento assalto à mão armada em um banco. A história teve um final feliz e as duas obras-primas foram recuperadas.

"É provavelmente o prédio mais seguro da Noruega, mas você não vai perceber. A segurança é muito discreta porque queremos que o foco seja a arte", explica Henrichsen.

"Posso proclamar publicamente: não haverá assaltos aqui", garante.

Frias diz que proibirá passaporte da vacina em projetos de Lei Rouanet .
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O secretário especial da Cultura, Mario Frias, afirmou que lançará uma portaria proibindo proponentes de projetos artísticos que captarem via Lei Rouanet de exigir o chamado passaporte da vacina, que pode ser cobrado para autorizar a entrada de pessoas em espaços públicos e privados, como transporte coletivo, hotéis e parques. "Segregação não! Vamos lançar uma portaria proibindo o passaporte para quem utilizar a Lei Rouanet!", postou Frias em resposta a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência.

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