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Mundo: Homem é encontrado morto amarrado em cama em MG; corpo tinha queimaduras

Corpo é achado ao lado de bilhete relacionado a chacina no Paraguai

  Corpo é achado ao lado de bilhete relacionado a chacina no Paraguai SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A polícia paraguaia encontrou um cadáver na noite de sábado (16) na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil. Ao lado do corpo, baleado na cabeça, foi encontrado um bilhete relacionando o crime à chacina que deixou quatro pessoas mortas naquela cidade no dia 10, incluindo duas estudantes de medicina brasileiras. A carta diz: "Matei 3 meninas inocentes, fique de exemplo pjc". Segundo a políciaAo lado do corpo, baleado na cabeça, foi encontrado um bilhete relacionando o crime à chacina que deixou quatro pessoas mortas naquela cidade no dia 10, incluindo duas estudantes de medicina brasileiras.

Um servidor público da Prefeitura de Extrema, no Sul de Minas, foi morto na madrugada desse domingo (24/10), dentro da própria casa. César Augusto de Oliveira, de 48 anos, foi encontrado amarrado na cama, com o corpo parcialmente queimados. Um suspeito de cometer o homicídio foi preso ainda ontem, numa operação das polícias Civil e Militar.

César Augusto trabalhava na Prefeitura de Extrema © Reprodução/Prefeitura de Extrema César Augusto trabalhava na Prefeitura de Extrema

Segundo a PM, o crime teria ocorrido por volta da 1h40 da madrugada de domingo. A vítima e o suspeito se conheciam e tinham sido vistos na noite de sábado em um bar da cidade. Os dois teriam saído juntos e seguido para a casa de César Augusto.

Preso homem suspeito de matar professor em Varginha

  Preso homem suspeito de matar professor em Varginha Ele foi detido em Três Pontas, onde estaria negociando o notebook roubado da vítima O principal suspeito do assassinato do professor José Wilton Andrade Júnior, de 52 anos, encontrado morto a golpes de faca em sua casa, na Rua Santa Margarida, Bairro Bom Pastor, em Varginha, Sul de Minas, foi preso nesta quarta-feira (20/10), num trabalho conjunto entre as polícias civis de Varginha e Três Pontas, onde aconteceu a prisão.

Ainda de acordo com a polícia, na residência, eles tiveram um desentendimento, quando o suspeito aplicou um golpe ‘mata-leão’ no servidor, que morreu por asfixia. Ainda segundo a polícia, após o crime, o suspeito tentou incendiar o cômodo. Mas o fogo não se alastrou.

O homem ainda fugiu com o carro da vítima, sentido a um ponto da cidade conhecido como Serra do Lopo. Lá, o suspeito tentou incendiar o veículo, mas também não conseguiu. O suspeito foi preso na casa da mãe por agentes da Polícia Civil.

Notas de pesar

A Prefeitura de Extrema divulgou nota de pesar para lamentar a morte do servidor. Cesar Augusto trabalhava na Secretaria de Recursos Humanos, na área de segurança do trabalho. A nota afirma que “César deixará saudades e muita indignação com sua partida repentina”.

Justiça condena ex-PMs por tortura dentro de quartel que resultou em morte de motoboy em SP

  Justiça condena ex-PMs por tortura dentro de quartel que resultou em morte de motoboy em SP SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O juiz Fabrízio Sena Fuzari, da 32° Vara Criminal, condenou nove ex-PMs acusados de participar da sessão de tortura que resultou na morte do motoboy Eduardo Luís Pinheiro dos Santos. O crime ocorreu há mais de 11 anos, na noite de 9 de abril de 2010, nas dependências da 1° Companhia do 9° Batalhão de Polícia Militar, na Casa Verde (zona norte da capital paulista). As penas impostas variam entre 14 anos, nos casos de um sargento e de um cabo somando suas duas sentenças, a dois anos, no caso de alguns soldados. Os policiais podem recorrer em liberdade.

“A Prefeitura Municipal de Extrema manifesta seus sentimentos a todos os familiares e amigos, reforçando sua plena confiança na Polícia Civil do Estado de Minas Gerais e nos demais órgãos de segurança pública encarregados das investigações, a fim de apurar as circunstâncias em que se deram tais fatos”, diz a nota da prefeitura.

O coletivo LGBT de Extrema também publicou nota. Além de lamentar a morte de César, o coletivo pede que o assassinato seja investigado.

“A suspeita de um assassinato com motivação homofóbica dá um nó na garganta, um mal-estar e uma angústia difícil de lidar. Inicialmente, a gente nega, tentando encontrar outras possíveis explicações. Depois quando as notícias não param de chegar fica uma sensação de desconforto e impotência. Enquanto a gente não começar a falar com respeito sobre as mais diversas formas de ser e de amar – crimes como esse só vão aumentar e todos nós somos um pouco culpados disso”, diz a nota do coletivo.

Polícia trabalha com três hipóteses em assassinato e castração de idoso .
Além das suspeitas de estupro e molestamento, crime pode ter ligação com o tráfico de drogas

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