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Mundo: Hospitalizações por Covid nos EUA batem recorde com avanço da ômicron

2022 na visão da mulher que previu o 11 de setembro

  2022 na visão da mulher que previu o 11 de setembro A previsão do futuro é algo que intriga há muito tempo a humanidade. Apesar de muita gente não acreditar em videntes, há certas profecias que fazem até mesmo os maiores céticos questionarem o reino das possibilidades. Baba Vanga, por exemplo, foi uma dessas raras figuras que previu alguns dos maiores acontecimentos mundiais da história recente, incluindo a tragédia do 11 de setembro, que completou 20 anos em 2021. E embora a senhora cega búlgara tenha falecido há mais de duas décadas, alguns dos seus famosos presságios se tornaram realidade após sua morte. Baba Vanga ainda tem muitos seguidores que esperam para ver quais dos seus prognósticos se concretizarão a cada ano. As previsões da vidente para 2022 já foram divulgadas. Será que ela acertou? Curioso? Na galeria, saiba mais sobre essa senhora extraordinária e suas previsões.

FLORIANÓPOLIS, SC (FOLHAPRESS) - A chegada da variante ômicron aos Estados Unidos tem causado não só uma onda avassaladora de casos de coronavírus, mas também levado a uma alta vertiginosa das hospitalizações por Covid-19. Até o último domingo (9), a soma das admissões nos sete dias anteriores chegou a um recorde de 142.126, segundo dados compilados pela plataforma Our World in Data.

O número é 20,8% maior do que o registrado no pico anterior, exatamente um ano antes, quando as internações atingiram a cifra de 117.656. Ao aumento das hospitalizações soma-se o complicador de esses pacientes chegarem a hospitais que têm enfrentado falta de médicos e enfermeiros --muitos profissionais precisam de afastamento por terem eles próprios se infectado.

Inglaterra suspende restrições a viagens impostas pela ômicron

  Inglaterra suspende restrições a viagens impostas pela ômicron Diante da forte propagação da ômicron, o governo britânico anunciou nesta quarta-feira (5) o fim das restrições às viagens do exterior, impostas para proteger o país desta variante muito mais contagiosa, mas aparentemente menos letal do coronavírus. Outras regiões do país, onde os governos autônomos regionais têm competências na área da saúde, não se anunciou ainda se as restrições às viagens também serão flexibilizadas. Tanto a Escócia quanto Gales e Irlanda do Norte aplicam medidas mais estritas do que a Inglaterra para conter a covid-19.

De acordo com dados compilados pelo jornal The New York Times, o Distrito de Columbia lidera o ranking entre os estados, com a taxa de 124 internados por 100 mil habitantes, um aumento de 195% em relação a duas semanas atrás. Já Louisiana foi o que viu a maior alta, de 341% --são hoje 32 internados por 100 mil habitantes.

Mesmo que infectados com a nova variante venham apresentando sintomas mais leves, o número de internados com Covid em UTIs nos EUA está novamente em alta, ainda que abaixo dos picos anteriores de setembro e janeiro do ano passado --os dados estão disponíveis no Our World in Data desde julho de 2020, não permitindo uma avaliação do início da pandemia.

No domingo, eram 26.630 pacientes em unidades intensivas, comparados a 26.099 em 7 de setembro e 28.891 em 12 de janeiro de 2021.

Aparecida de Goiânia reforça medidas contra covid-19 após primeira morte por Ômicron do Brasil

  Aparecida de Goiânia reforça medidas contra covid-19 após primeira morte por Ômicron do Brasil Vítima de 68 anos tinha duas comorbidades e vivia em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) também localizada no município localizado na Região Metropolitana de Goiás. A confirmação do primeiro óbito pela variante foi realizada por sequenciamento genômico, através do Programa de Vigilância Genômica de Aparecida, 10 dias após a declaração de transmissão comunitária na cidade.

A nova cepa é ainda altamente transmissível, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA divulgou a estimativa nesta terça (11) de que a ômicron já é responsável por 98,3% dos novos casos registrados no país.

Nesta segunda (10), os EUA tiveram o recorde de 1,48 milhão de diagnósticos --a média móvel de sete dias, que atenua efeitos como picos por dados represados, está em 735.958, patamar nunca antes visto. Uma projeção do Instituo para Métricas e Avaliação de Saúde (IHME, na sigla em inglês), da Universidade de Washington, avalia, porém, que o número é muito maior, devido à probabilidade de muitas infecções não serem detectadas, seja porque as pessoas não apresentam sintomas, seja por não terem acesso ao exame.

Assim, o IHME sugere que os EUA podem já ter atingido um pico de 6 milhões de casos em um dia, alimentado em grande parte pela ômicron, podendo ainda ter uma queda significativa deste ponto até o fim do mês.

EUA advertem que quase todos terão covid em algum momento

  EUA advertem que quase todos terão covid em algum momento Principal epidemiologista do governo, Anthony Fauci, afirmou que graças às vacinas a maioria das pessoas não terá formas graves da doença“Praticamente todos vão acabar expostos e, provavelmente, serão infectados, mas se forem vacinados e receberem os reforços, as chances de ficarem doentes são muito, muito baixas“, disse o epidemiologista em entrevista coletiva na Casa Branca.

O impacto nos sistemas de saúde, em escolas e na economia, por outro lado, podem não se resolver tão facilmente, mesmo com a queda de infecções. O surto de casos e hospitalizações forçou americanos a cancelar planos de viagem, interrompeu apresentações culturais e bagunçou a volta às aulas e aos escritórios.

A Cruz Vermelha já declarou uma crise nacional no banco de sangue, com uma queda de 10% no número de doadores, ressaltando que a pandemia levou a cancelamentos nas doações e limitações de equipe. Segundo a organização, o número vem em queda desde que a variante delta começou a se espalhar no país, em agosto, e a tendência continuou com a ômicron.

Apesar do cenário, o presidente Joe Biden defendeu nesta terça a resposta de sua gestão. "[Estou] Confiante que estamos no caminho certo."

A diretora do CDC foi na mesma linha e disse que o país tem as ferramentas necessárias para combater a variante altamente transmissível. "Estamos trabalhando rapidamente para nos adaptarmos", afirmou ao Comitê de Saúde, Trabalho, Educação e Aposentadoria do Senado.

Média de infecções no Brasil dispara com Ômicron; mortes já têm alta .
Explosão de casos diários, que já passam de 200 mil, eleva internações e aumenta em 121% número de óbitos em 19 diasQuer se manter informado, ter acesso a mais de 60 colunistas e reportagens exclusivas?Assine o Estadão aqui!

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