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Mundo: Boris quer cortar verba da BBC a partir de 2027 em meio a escândalo de festas na pandemia

Exército suíço bane Whatsapp e opta por serviço de mensagens local

  Exército suíço bane Whatsapp e opta por serviço de mensagens local Exército suíço bane Whatsapp e opta por serviço de mensagens localNo final de dezembro, o exército suíço enviou um e-mail a todos os comandantes e chefes de Estado-Maior, pedindo aos soldados que optassem pelo sistema de mensagens suíço Threema, em vez de outros sistemas de mensagens para comunicações em celulares privados durante as operações de serviço, segundo o jornal suíço-alemão.

FLORIANÓPOLIS, SC (FOLHAPRESS) - Enquanto enfrenta uma crise motivada pela realização de festas em meio à pandemia de Covid-19, o governo de Boris Johnson sinalizou que quer cortar o financiamento da BBC a partir de 2027, segundo reportagem do Daily Mail publicada no sábado (15).

A emissora pública e o governo britânico negociavam desde novembro passado um acordo de financiamento previsto para começar em abril de 2022, com duração de cinco anos. Na conclusão das tratativas, na noite deste sábado, a secretária de Cultura, Nadine Dorries, informou sobre o congelamento, pelos próximos dois anos, da taxa de 159 libras (R$ 1.200) paga pelos contribuintes.

Hospital de Londres pode perder 1.000 funcionários que não aceitam se vacinar

  Hospital de Londres pode perder 1.000 funcionários que não aceitam se vacinar GUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) - O decreto da obrigatoriedade da vacina contra a Covid para trabalhadores do sistema público de saúde do Reino Unido, o NHS, acendeu alerta vermelho em vários gestores. Com hospitais saturados devido à alta de infecções, eles temem perder parte considerável da mão de obra com funcionários que não aceitam receber o imunizante. O tamanho do problema fica mais claro à medida que se aproxima a data em que a norma entra em vigor --1º de abril. Somente o hospital King's College, em Londres, por exemplo, pode perder 1.

Segundo o jornal britânico, Dorries também estaria considerando atrelar aumentos futuros a índices abaixo da inflação entre 2024 e 2027 --a partir de então, se os conservadores ainda estiverem no poder, um novo modelo de financiamento deve ser adotado, encerrando a taxa paga pelo contribuinte.

A secretária reforçou essa intenção ao compartilhar em rede social a reportagem do Daily Mail, afirmando que "este anúncio de taxa será o último". "Os dias dos mais velhos sendo ameaçados com sentenças de prisão e oficiais de justiça batendo em suas portas acabaram", escreveu. "O momento agora é para discutir e debater novas maneiras de financiamento, apoiando e vendendo um ótimo conteúdo britânico."

A BBC não quis comentar a publicação de Dorries.

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  Austrália cancela novamente visto de Djokovic: o que acontece agora O ministro da Imigração da Austrália disse que não vacinação do tenista pode representar um risco à saúde pública.A decisão do ministro da Imigração, Alex Hawke, foi tomada por motivos de "saúde e ordem" e significa que ele pode ser deportado.

O debate sobre o financiamento da British Broadcasting Corporation, que depende em parte dos contribuintes britânicos, é constante no país, e o próprio governo do primeiro-ministro Boris Johnson recentemente sugeriu uma reforma no seu financiamento.

A informação, no entanto, vem em meio a um desgaste do premiê por eventos realizados em sua residência oficial na Downing Street, o que gerou acusações de motivação política por parte da oposição trabalhista.

"O primeiro-ministro e a secretária de Cultura parecem decididos a atacar essa grande instituição britânica porque não gostam do seu jornalismo", disse a parlamentar do partido Lucy Powell.

A justificativa para a medida, no entanto, seria a inflação no Reino Unido, que deve atingir seu maior valor em 30 anos em abril: 6% ou mais. Assim, congelar a taxa significaria um alívio aos consumidores que lidam com um custo de vida em alta.

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  Desmatamento no Cerrado traz alerta para segurança hídrica Por IPAM - O desmatamento no Cerrado em 2021 se concentrou em duas das principais regiões hidrográficas do país, a do Tocantins-Araguaia e a do São Francisco. Juntas, perderam 56,8%, ou 4.840,86 km², do total de 8.523,44 km² derrubados no bioma entre agosto de 2020 e julho no ano passado. A bacia do Rio Tocantins foi a mais afetada: concentrou 23% do total desmatado, ou 1.961,13 km², uma área maior que a capital do Maranhão, São Luís. É seguida pelas bacias do Médio São Francisco, que responde por 15,9%, ou 1.356,65 km² do total suprimido, e a do Araguaia, com 15,7% (1.336,5 km²).

Seria, por outro lado, um baque nas finanças da BBC, que enfrenta um ambiente competitivo formado por veículos de mídia privados e serviços de streaming bancados por assinaturas.

As publicações da emissora são frequentemente criticadas por políticos no Reino Unido. A cobertura nas questões ligadas ao brexit --a saída da União Europeia que é ponto central do governo de Boris-- há tempo é vista como crítica demais pelos apoiadores do divórcio.

Na última semana, um parlamentar conservador, mesmo partido do premiê, disse que a cobertura da emissora relacionada às festas na residência oficial durante as restrições impostas para conter o coronavírus equivalia a uma tentativa de golpe contra o primeiro-ministro.

Boris enfrenta pedidos de renúncia, inclusive de membros de seu próprio partido, justamente devido às festas na residência oficial no momento em que o Reino Unido estava sob confinamento rígido.

Uma pesquisa divulgada nesta sexta aponta que a oposição, do Partido Trabalhista, abriu dez pontos de vantagem para os conservadores de Boris. Com 42% da preferência, a legenda alcançou sua melhor marca desde 2013 --o partido do premiê ficou com uma fatia de 32%.

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  Sob pressão, Boris Johnson anuncia corta financiamento da BBC Medida é adotada em momento em que primeiro-ministro é pressionado a renunciar ao cargoA ação ocorre num momento em que Johnson é pressionado a renunciar por ter organizado evento social durante o auge da pandemia. Uma investigação sobre o caso está em andamento.

No levantamento feito com 2.151 adultos nesta quinta, 70% disseram querer que o primeiro-ministro renuncie.

A série recente de escândalos começou quando veio à tona outro evento realizado em Downing Street, durante a época do Natal de 2020, quando celebrações presenciais estavam proibidas em razão de restrições sanitárias. O episódio levou à renúncia de uma assessora de Boris.

Já no mês passado, os jornais britânicos The Guardian e The Independent fizeram uma investigação apontando que cerca de 20 funcionários do governo realizaram uma festa em maio de 2020 --mas há relatos de que seriam até 40. Uma foto do evento, regado a queijo e vinho, mostrava o premiê no jardim da residência oficial, o que contrariava sua versão inicial de que não havia ocorrido celebração alguma.

A crise se agravou na segunda (10), quando a rede ITV divulgou um email enviado pelo secretário particular do premiê convidando ao menos cem funcionários do gabinete para a ocasião.

"Após um período incrivelmente movimentado, seria bom aproveitar ao máximo o clima agradável e tomar, com distanciamento social, algumas bebidas, nos jardins do número 10", afirmava a mensagem de Martin Reynolds. "Por favor, junte-se a nós a partir das 18h e traga sua bebida!"

Sob pressão, Boris admitiu pela primeira vez na quarta (12) ter furado as regras de confinamento ao participar da festa. Diante do Parlamento, disse que a indignação causada era compreensível.

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  Pílula contra covid: Canadá aprova medicamento da Pfizer e compra tratamento para 1 milhão de pessoas Paxlovid reduziu em 89% risco de hospitalização e morte em adultos de alto risco, segundo farmacêutica. Registro no Brasil será pedido nas próximas semanas, de acordo com a empresa.O premiê canadense, Justin Trudeau, anunciou a compra de um lote do medicamento - chamado Paxlovid - suficiente para tratar 1 milhão de pessoas.

Na versão do premiê, ele pensou que o evento era uma reunião de trabalho, já que o jardim da residência oficial funciona, segundo ele, como uma extensão do escritório. Boris afirmou que lá permaneceu por 25 minutos para agradecer aos funcionários e, depois, voltou ao seu escritório.

Outro pedido de desculpas, desta vez à rainha Elizabeth 2ª, veio na sexta (14), após a imprensa revelar que funcionários do governo quebraram as regras de confinamento e fizeram festas em Downing Street na véspera do funeral do príncipe Philip.

A informação sobre as festas um dia antes do funeral do marido da rainha foi veiculada pelo Telegraph nesta quinta-feira (13). De acordo com o jornal britânico, funcionários do gabinete de Boris beberam álcool em abundância, e alguns convidados dançaram até tarde na despedida do diretor de comunicação James Slack e de um fotógrafo do líder britânico, eventos que ocorreram separadamente.

Nesta sexta (14), veio outra denúncia. O tabloide Daily Mirror divulgou que os funcionários chegaram a comprar uma geladeira de bebidas para o gabinete e faziam uma espécie de happy hour toda sexta-feira, inclusive nos períodos em que festas particulares em ambientes fechados estavam vetadas. Segundo o jornal, Boris compareceu a vários desses encontros, encorajando que seus funcionários "extravasassem".

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