TOP notícias

Mundo: Alemanha está mais próxima de abandonar lei de abortos da era nazista

O 'fiibuster', tradição parlamentar na mira de Biden

  O 'fiibuster', tradição parlamentar na mira de Biden O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, convocou nesta terça-feira o Senado americano a romper com a tradição parlamentar chamada "filibuster", a fim de passar à força sua grande reforma eleitoral, que visa a proteger o acesso das minorias ao voto. - O que é 'filibuster'? - Por muito tempo, o Senado dos EUA não limitou a duração dos debates sobre os projetos de lei. Essa possibilidade de obstrução permitia aos parlamentares impedir que um texto fosse votado. Falava-se então em "filibuster", palavra derivada do francês "filibustier", pois "pirateava" o encerramento do debate.

BERLIM (Reuters) - O Ministério da Justiça da Alemanha apresentou um projeto de lei na segunda-feira que rejeita uma regra da era nazista que proíbe os médicos de oferecerem informações sobre abortos.

Ministro da Justiça alemão, Marco Buschmann © Reuters/POOL Ministro da Justiça alemão, Marco Buschmann

Médicos na Alemanha podem dizer que oferecem o término da gravidez, mas não são permitidos a oferecer qualquer informação adicional sobre tais procedimentos.

Críticos dizem que a lei dificulta o acesso à informação às mulheres sobre quais procedimentos estão disponíveis e quem os oferece.

O ministro da Justiça, Marco Buschmann, disse que descartar a lei, introduzida em 1933, facilitará a busca por informações online para consultas com fontes qualificadas.

"Médicos deveriam poder informar o público sobre o aborto sem o risco de serem processados criminalmente", acrescentou.

O novo governo apresentou seus planos para eliminar a lei no acordo de coalizão assinado em novembro.

Tecnicamente, o aborto é ilegal de maneira geral na Alemanha. No entanto, o procedimento é permitido sob certas circunstâncias, e deve ser realizado dentro de 12 semanas desde a concepção.

(Reportagem de Miranda Murray)

EUA oferecem “vias diplomáticas” para Rússia sobre crise na Ucrânia .
Washington rejeita exigência russa de impedir adesão ucraniana à Otan, mas mantem abertura ao diálogo. Conversações entre Kiev e Moscou, mediadas por Alemanha e França, têm início difícil, mas trazem sinais positivos. © BRENDAN SMIALOWSKI/POOL/AFP/Getty Images Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, conversa com repórteres sobre resposta americana a Moscou Os Estados Unidos enviaram uma resposta por escrito às exigências de segurança feitas pela Rússia visando uma possível solução para a crise na Ucrânia.

Ver também