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Mundo: Suprema Corte libera papéis sobre invasão do Capitólio a comitê

México adota medidas de segurança em região similar a Capitólio após acidente

  México adota medidas de segurança em região similar a Capitólio após acidente SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Autoridades do México adotaram algumas medidas de segurança em Cañón del Sumidero, tradicional ponto turístico localizado no estado de Chiapas, no sul do país, depois do desabamento do paredão de uma rocha que matou dez pessoas em Capitólio (MG), no último sábado (8). Os dois locais apresentam características similares. Segundo reportagem da rede ForoTV, da Televisa, o secretário de Proteção Civil de Chiapas, Luis Manuel García, pediu na segunda-feira (10) que as cinco cooperativas que prestam serviços de turismo no local respeitem os acordos de segurança para evitar acidente como o ocorrido em Capitólio.

A Suprema Corte dos Estados Unidos negou nesta 4ª feira (19.jan.2022) um pedido do ex-presidente Donald Trump para impedir a divulgação de registros da Casa Branca relacionados ao ataque ao Capitólio, em janeiro de 2021. Os documentos serão enviados a um comitê do Congresso norte-americano que investiga a responsabilidade do republicano no episódio.

A decisão confirmou uma sentença do tribunal federal de apelações do mês passado. Leia a íntegra do despacho (em inglês, 56 KB).

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Os integrantes da Suprema Corte recusaram a argumentação da defesa de Trump. Os advogados consideraram que os documentos estariam protegidos por uma doutrina legal chamada “privilégio executivo”, que preserva a confidencialidade de certos registros da Casa Branca. Segundo os defensores, o ex-presidente teria o direito constitucional de proteger o sigilo dos materiais.

Fundador do grupo de extrema-direita Oath Keepers enfrenta acusações de conspiração sediciosa

  Fundador do grupo de extrema-direita Oath Keepers enfrenta acusações de conspiração sediciosa Fundador do grupo de extrema-direita Oath Keepers enfrenta acusações de conspiração sediciosa por seu suposto papel no ataque mortal de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio dos de Washington. Rhodes e outros 10 associados ou membros do grupo foram acusados ​​pelo Departamento de Justiça, em um indiciamento revelado na quinta-feira, de conspirar para invadir o Capitólio à força, em uma tentativa fracassada de impedir o Congresso de certificar a vitória eleitoral do presidente Joe Biden em 2020.

Os juízes determinaram que o pedido da defesa para proteger os documentos não valeriam mesmo se Trump ainda estivesse no cargo.

O material contém registros de atividades, agendas, e papéis escritos à mão de dentro da Casa Branca do dia em que apoiadores de Trump invadiram o Capitólio e interromperam o trabalho dos congressistas que certificavam a vitória do democrata Joe Biden nas eleições.

O comitê do congresso investiga as circunstâncias do ataque e se Trump e seus aliados encorajaram os invasores.

Intimados

Nesta 4ª feira (19.jan), o comitê que investiga a invasão ao Congresso dos EUA intimou Nicholas J. Fuentes e Patrick Casey, líderes do movimento “America First” ou “Groyper”. Os 2 estiveram presentes no Capitólio em 6 de janeiro.

Comitê dos EUA que investiga invasão ao Capitólio intima aliados de Trump

  Comitê dos EUA que investiga invasão ao Capitólio intima aliados de Trump O comitê do Congresso americano que investiga a invasão ao Capitólio intimou nesta terça-feira Rudy Giuliani (figura-chave na tentativa de Donald Trump de anular o resultado da eleição de 2020) e outros três aliados do ex-presidente. "As quatro pessoas que intimamos hoje propuseram teorias infundadas sobre fraude eleitoral, promoveram esforços para anular os resultados das eleições ou estiveram em contato direto com o ex-presidente sobre as tentativas de deter a apuração", explicou o presidente do painel, Bennie Thompson.

No dia anterior, o comitê intimou Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York e advogado pessoal de Trump, a depor. Giuliani é suspeito de propagar fake news sobre fraude nas eleições presidenciais de novembro de 2020. O depoimento está marcado para o dia 8 de fevereiro.

Também foram intimados os advogados Sidney Powell e Jenna Ellis, além do conselheiro político de Trump Boris Epshteyn.

O advogado de Giuliani, Robert Costello, disse a jornalistas que a intimação é um “teatro político” e que seu cliente não tem nada a dizer à Justiça norte-americana. “Acho que não há nada aqui que ele possa testemunhar”, falou.

Os 4 indivíduos que intimamos hoje difundiram teorias não fundamentadas sobre fraude eleitoral, fizeram esforços para anular os resultados das eleições ou estavam em contato direto com o ex-presidente [Trump] sobre tentativas de interromper a contagem de votos”, disse Bennie Thompson, presidente do comitê do Congresso criado para investigar o caso, em comunicado.

Comitê de ataque ao Capitólio envia carta a filha de Trump

  Comitê de ataque ao Capitólio envia carta a filha de Trump Congressistas solicitaram a "cooperação voluntária" da filha e conselheira do ex-presidente Donald Trump nas investigaçõesO requerimento foi enviado em carta a Ivanka, conselheira do pai durante o mandato, pelo presidente do Comitê, Bennie G. Thompson (Democrata-Mississippi). Eis a íntegra (2 MB, em inglês).

Invasão ao Capitólio

Em 6 de janeiro de 2021, apoiadores de Trump romperam uma barreira policial em frente ao Congresso dos EUA e invadiram o prédio, enquanto congressistas certificavam a vitória de Biden.

O motim foi o pior atentado ao Capitólio desde 1814, quando uma invasão britânica incendiou parte da estrutura. Mais de 100 policiais ficaram feridos –alguns golpeados com as próprias armas, outros com mastros de bandeiras e extintores de incêndio.

Quase 135 oficiais que faziam a segurança do local se demitiram ou se aposentaram –um aumento de 69% em relação a 2020. Pelo menos 6 se suicidaram.

Um ano depois da invasão, mais de 720 pessoas enfrentam acusações formais em todo o país. Cerca de 50 foram condenadas e metade está presa.

Em discurso no aniversário de 1 ano do motim, Biden culpou seu antecessor. O democrata acusou Trump de propagar informações falsas e incitar a violência de apoiadores no episódio.

Leia o que mudou 1 ano depois da invasão ao Capitólio.

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