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Mundo: Academia quer reviver o nheengatu, a língua perdida dos indígenas da Amazônia

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  Ingleses sondam Danilo e preparam proposta milionária para o Palmeiras Volante despertou o interesse de dois clubes e deve receber propostas após o MundialSegundo o LANCE! apurou, Arsenal e West Ham procuraram o estafe do jogador e estão preparados para fazer uma oferta que pode alcançar até 25 milhões de euros (cerca de R$ 158,29 mi) quando o Verdão estiver pronto para iniciar as negociações.

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RIO - Na virada do século 17 para o 18, o idioma oficial na Amazônia não era o português, mas o nheengatu. Também conhecida como língua geral, ela foi criada a partir do tupi antigo e era falada por todos os indígenas de diferentes etnias da região. Apesar de inicialmente ter sido usado também por colonizadores, sobretudo os religiosos, o idioma foi depois perseguido e banido pelos portugueses.

Para resgatar a língua, culturalmente tão importante na história do Brasil, um grupo de professores e escritores amazonenses criou a Academia da Língua Nheengatu, que reivindicará mais espaço para o idioma nas comunidades indígenas, na academia e também na internet.

Camarões: Separatistas prometem "fazer tudo" para sabotar o CAN

  Camarões: Separatistas prometem Separatistas das regiões anglófonas dos Camarões são acusados de intensificar os ataques no país, onde está a decorrer a Taça das Nações Africanas. Senador e líder tradicional foram mortos, um magistrado foi raptado. © Imago-Imago/C. Spicker Provided by Deutsche Welle A família de Henry Kemende está inconsolável. O advogado e senador da oposição foi arrancado do seu carro e morto a tiro por desconhecidos. "Trabalhei com ele durante seis anos, no mesmo escritório, é como se estivesse a sonhar. É insuportável", diz o seu sobrinho e colega Luma Elvis Brown.

Composto por 21 membros, o grupo quer agregar as três diferentes ortografias da língua que surgiram nas regiões do Baixo Rio Negro, Baixo Rio Amazonas, no Amazonas, e na Bacia do Tapajós, no Pará. Seu estatuto estabelece várias atividades, como produzir e atualizar continuamente um dicionário unificado da Língua Geral Amazônica no Brasil; criar, alimentar e atualizar uma biblioteca digital de materiais históricos e atuais, científicos e didáticos sobre o nheengatu; promover a produção de material didático para o ensino da língua nas comunidades indígenas.

“O nheengatu é a língua franca da Amazônia, carrega essa identidade amazônica, é uma forma de resistência dos povos indígenas. Por conta da perseguição, da repressão, ela ficou escondida nas comunidades do interior”, diz o escritor e professor George Borari, diretor da academia.

Sinead O'Connor presta homenagem a filho em funeral na Irlanda

  Sinead O'Connor presta homenagem a filho em funeral na Irlanda SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Sinead O'Connor,, 55, prestou homenagem ao filho Shane O'Connor, 17, que tirou a própria, em um funeral realizado neste sábado (15), em Dublin, na Irlanda. Ele foi enterrado no Cemitério e Crematório de Newlands Cross após uma cerimônia com a presença de 50 pessoas, incluindo o pai Donal Lunny. Segundo o Daily Mail, Sinead usava uma roupa com cores vivas de acordo com o desejo de seu filho. "Acabamos de nosSegundo o Daily Mail, Sinead usava uma roupa com cores vivas de acordo com o desejo de seu filho. "Acabamos de nos despedir do nosso lindo anjo, Shaney. Cerimônia hindu muito adorável. Shane teria adorado", disse a cantora.

O principal aliado para o resgate do idioma é a tecnologia. Duas das mais importantes iniciativas já estão disponíveis. Uma é Nheengatu App. Criado pela estudante Suellen Tobler, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), o aplicativo é uma plataforma de ensino da língua indígena, lançado com apoio do governo do Pará, de professores universitários e lideranças indígenas.

Outra iniciativa inédita é o Projeto Motorola. Desde 2021, todos os smartphones da empresa contam com nheengatu entre suas opções de língua. A ideia da academia surgiu dos encontros de especialistas e professores de nheengatu para a elaboração do vocabulário e da grafia a ser usada nos serviços de telefonia da empresa.

As origens do nheengatu remontam ao século 17 e à odisseia dos tupinambás. Esses indígenas, originalmente do litoral do Nordeste, começaram a ocupar o interior ao fugir dos colonizadores e se estabeleceram na região do atual Maranhão, de onde se expandiram rio acima. Como formavam uma nação poderosa, impuseram a língua às demais etnias às margens do Amazonas.

Som de Zelda é tocado sempre que Jarrett Allen faz cesta na NBA

  Som de Zelda é tocado sempre que Jarrett Allen faz cesta na NBA Uma fato curioso começou a circular nas redes sociais, pois observaram que durante as partidas do Cleveland Cavaliers pela NBA (National Basketball Association), quando o jogador Jarrett Allen realiza uma cesta o som do game The Legend of Zelda é tocado (vídeo abaixo entre 3:00 e 3:07). Reportado pelo Kotaku, descobriram que o jogador do Cavaliers, Jarrett Allen, escolheu o som de resolução de quebra-cabeças de The Legend of Zelda ao fazer cesta nos jogos em casa. O fato é que cada jogador escolhe um som para tocar após fazer uma cesta na NBA e Jarrett Allen é um grande fã do jogo da Nintendo.

As missões jesuíticas também reuniam indígenas de diferentes etnias. Isso favorecia a mistura. Aos poucos, palavras de outras línguas locais, bem como portuguesas, foram incorporadas. Os colonizadores, em menor número, também usavam o idioma para falar com os indígenas.

“Os índios de diferentes etnias eram reunidos pelos missionários em aldeamentos, levados para diferentes vilas como escravos; foi assim que a língua começou a se formar”, explicou o linguista Eduardo Navarro, da USP, professor de nheengatu. Segundo ele, a língua foi dominando totalmente a Amazônia, até ser mais falada que o português.

A partir do século 18, Portugal entrou em nova disputa de terras com a Espanha. Para garantir a posse dos territórios, era preciso demonstrar que a língua falada era o português. Isso fez com que o nheengatu fosse proibido. A violenta repressão à Cabanagem, a revolta popular deflagrada em 1835 na região, sepultou definitivamente a língua, que era falada pelos revoltosos. O início do ciclo da borracha e a entrada em massa de nordestinos na região pôs fim ao uso corrente do nheengatu.

Hoje, estima-se que existam de 20 mil a 30 mil falantes do idioma, todos na região amazônica. Desde 2002, o nheengatu é uma das línguas oficiais em São Gabriel da Cachoeira (AM). Pelo menos cem professores de nheengatu já foram formados na UFOPA.

“O brasileiro é um povo que não se valoriza; que olha para fora, não para dentro; que não conhece seus próprios idiomas”, afirma o escritor e professor Yagurê Yamâ, do povo indígena Maraguá, que é um dos fundadores da academia. “Estamos aqui para lutar e romper essa barreira, para que o brasileiro possa se enxergar, se encontrar, valorizar sua natureza e sua brasilidade.”

Encontro de Leituras de fevereiro discute poesia de Ana Luísa Amaral .
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Encontro de Leituras, promovido pela Folha de S.Paulo e pelo jornal português Público, se dedica pela segunda vez à poesia desde a sua criação, em dezembro de 2020. Ana Luísa Amaral, vencedora do Prêmio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana de 2021, discutirá com leitores seu livro "Lumes" em 8 de fevereiro, a partir das 19h de Brasília (22h de Lisboa). O volume, publicado em 2021 pela Iluminuras, reúne os poemas de "What's in a Name", lançado em 2017 em Portugal pela Assírio & Alvim, e outros até então inéditos no Brasil.

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