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Mundo: Obra destrincha os rumos do direito ambiental

Decreto de Bolsonaro libera destruir caverna para construir empreendimento

  Decreto de Bolsonaro libera destruir caverna para construir empreendimento O calor e a estiagem castigam as lavouras nas regiões sul e centro-oeste. As perdas nas produções de milho e soja são bilionárias

  Obra destrincha os rumos do direito ambiental © Fornecido por eCycle

Por Agência FAPESP – Professores participantes de grupos de pesquisa nacionais e estrangeiros se reuniram para compartilhar estudos de várias áreas do conhecimento sobre o direito ambiental no livro Novos rumos do direito ambiental: Um olhar para a geodiversidade (Editora Unicamp, 2021).

O livro foi organizado por Luciana Cordeiro de Souza-Fernandes, professora da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Alexandra Aragão, professora da Universidade de Coimbra (Portugal), e Artur Abreu Sá, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal).

Conservação do solo: o que é e importância

  Conservação do solo: o que é e importância A conservação do solo é um conjunto de práticas agrícolas que busca o manejo correto das terras cultiváveis, evitando a erosão. Seu objetivo é aproveitar ao máximo a terra por unidade de área plantada. Dessa maneira, evita-se a degradação física, química e biológica do solo. O solo é o recurso mais importante de um país, já que ele fornece os recursos necessários para alimentar suas populações. No entanto, diversas atividades antrópicas têm provocado erosão e contaminação do solo, gerando diversos prejuízos. Por isso, é importante que hajam políticas públicas que conservem esse recurso e planejem seu uso consciente e sustentável.

A obra é composta por 24 capítulos, que tratam sobre tópicos como a proteção jurídica da geodiversidade, antropomorfismo no Brasil, geoética, herança geológica, código florestal, análise da legislação ambiental para as áreas protegidas, Geoparque Unesco, economia verde e circular no meio urbano, regime jurídico dos geoparques em Portugal, turismo sustentável e gestão de águas, entre outros.

Em entrevista à Agência FAPESP, Souza-Fernandes destaca que a obra recebeu apoio da Fundação por meio de dois projetos: “O Sistema Aquífero Guarani, geossítios e o patrimônio cultural presentes na Bacia do Rio Corumbataí como fatores indutores para criação de um geopark global da UNESCO visando conservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico regional” e “A efetivação da legislação de águas subterrâneas do Estado de Paulo para a proteção das áreas de afloramento do Aquífero Guarani no município de Araraquara-SP”.

Desmatamento no Cerrado traz alerta para segurança hídrica

  Desmatamento no Cerrado traz alerta para segurança hídrica Por IPAM - O desmatamento no Cerrado em 2021 se concentrou em duas das principais regiões hidrográficas do país, a do Tocantins-Araguaia e a do São Francisco. Juntas, perderam 56,8%, ou 4.840,86 km², do total de 8.523,44 km² derrubados no bioma entre agosto de 2020 e julho no ano passado. A bacia do Rio Tocantins foi a mais afetada: concentrou 23% do total desmatado, ou 1.961,13 km², uma área maior que a capital do Maranhão, São Luís. É seguida pelas bacias do Médio São Francisco, que responde por 15,9%, ou 1.356,65 km² do total suprimido, e a do Araguaia, com 15,7% (1.336,5 km²).

O intuito é oferecer ao leitor diversas visões sobre o tema ambiental unindo o direito às ciências da Terra.

O livro tem 560 páginas e pode ser comprado pelo site da Editora Unicamp.

Este texto foi originalmente publicado por Agência Fapesp de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original.

Falsas controvérsias influenciam retrocessos ambientais no Brasil, afirma estudo .
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Afirmações pseudocientíficas contribuíram para o enfraquecimento das políticas ambientais desde a década de 90 no Brasil, revela um estudo publicado nesta terça-feira (25) pelo periódico científico Biological Conservation. "O ataque às políticas ambientais foi impulsionado por um esforço sistemático e velado de um pequeno grupo de contrários para desinformar os tomadores de decisão e a sociedade", diz o artigo, que"O ataque às políticas ambientais foi impulsionado por um esforço sistemático e velado de um pequeno grupo de contrários para desinformar os tomadores de decisão e a sociedade", diz o artigo, que define os contrários --também chamados de céticos ou negacionistas-- como grupos c

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