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Mundo: Vacilo ocidental ajuda Putin

Após conversações, Alemanha defende maior rigor contra Rússia

  Após conversações, Alemanha defende maior rigor contra Rússia Governo alemão teme pelo futuro das relações entre Moscou e o Ocidente e prega postura mais rígida por parte da Europa. Após semana de reuniões sobre a crise na Ucrânia, Olaf Scholz diz que situação ainda é perigosa. © John Thys/Mikhail Metzel/Sputnik/AFP/Getty Images Chanceler alemão, Olaf Scholz (esq.), e presidente russo, Vladimir Putin Após dias de conversas voltadas para o alívio das tensões entre a Rússia e a Ucrânia, o chanceler federal alemão, Olaf Scholz, avaliou nesta quinta-feira (13/01) que a situação continua "muito grave” e ainda perigosa.

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O barril de pólvora está armado. Na última semana, mais e mais brigadas russas estacionaram nas fronteiras com a Ucrânia. O governo ucraniano sofreu ataques hackers e há evidências de uma operação engatilhada para permitir à Rússia alegar que suas tropas foram atacadas por Kiev. Os “tambores de guerra” começaram a soar, disse um diplomata americano. Os EUA e seus aliados deixaram claro que não deslocariam tropas para a Ucrânia. Mas foram bem menos claros quanto às sanções para a Rússia. Os esforços diplomáticos para desescalar as tensões falharam. As chances de uma guerra aumentaram. Mas ela não é inevitável.

Filmes premiados e blockbusters chegam ao streaming

  Filmes premiados e blockbusters chegam ao streaming A programação de streaming da semana está bastante variada, com lançamentos premiados nas plataformas de assinatura e blockbusters nas locadoras digitais. Além disso, é possível acompanhar de graça o My French Film Festival, com nove longas inéditos do cinema francês atual, na Filmicca. Confira abaixo 10 sugestões, entre as muitas opções disponibilizadas nesta semana, para […] A TRAGÉDIA DE MACBETH | APPLE TV+

Ainda hoje é difícil saber as reais intenções de Vladimir Putin. Suas demandas oficiais são impraticáveis: que a Otan não aceite novos membros e remova suas forças de países que compunham o antigo Pacto de Varsóvia.

Se a agressão fosse iminente, seria de esperar uma campanha massiva de propaganda doméstica, como na invasão da Crimeia, em 2014. Mas isso não está acontecendo, e não há sinais de um suporte amplo na Rússia. Além disso, os riscos são altos: uma invasão teria altos custos econômicos. A Ucrânia, mesmo não sendo capaz de conter uma invasão, pode oferecer uma resistência longa, sangrenta e onerosa. A popularidade de Putin está em baixa, e eventuais reveses poderiam precipitá-la ainda mais.

A Otan falou em consequências “severas” e está enviando equipamentos militares à Ucrânia. Também ofereceu à Rússia tópicos de compromisso, como limites no emprego de mísseis ou exercícios militares.

O que esperar da sexta extinção em massa de espécies?

  O que esperar da sexta extinção em massa de espécies? Nas próximas décadas, pelo menos um milhão de espécies correm risco de desaparecer para sempre, de acordo com uma estimativa da ONU. O que isso significa para a vida humana e o meio ambiente? © Ed Ram/Getty Images Seca no Quênia causou grande mortalidade de animais Há cerca de 65 milhões de anos aconteceu a última extinção em massa e que marcou o fim dos dinossauros. Os cientistas advertem que estamos agora nos estágios iniciais de um desaparecimento semelhante.

Os aliados discutem uma lista de gatilhos retaliatórios. Ao mesmo tempo, deram sinais preocupantes de desarmonia, que só favorecem a ameaça (ou o blefe) de Putin. O presidente francês, Emmanuel Macron, conclamou os europeus a realizar uma “proposta europeia” para a Rússia. Joe Biden confessou publicamente que uma “incursão menor” da Rússia provocaria desacordo entre os aliados sobre a resposta. A Rússia responde por quase metade das exportações de petróleo para a Europa, especialmente para a Alemanha. O chanceler Olaf Scholz disse vagamente que sanções envolvendo o petróleo ou o bloqueio de sistemas bancários – as principais ferramentas para retaliar economicamente Moscou – só deveriam ser discutidas após uma invasão.

Se é difícil antecipar as táticas de Putin, sua estratégia está sempre relacionada ao colapso da União Soviética e o anseio de restaurar a Rússia como uma superpotência global. Uma autocracia forte em casa cercada por uma periferia de Estados subservientes é chave nessa estratégia. Em seus cálculos, uma ocupação bem-sucedida talvez viesse a revitalizar o nacionalismo russo disseminando confusão entre seus adversários.

Mas, se perder a aposta, pode cimentar o senso de identidade e soberania ucraniano, galvanizar a Otan e deteriorar sua sustentação em casa. A humilhação, além de tudo, simbolizaria uma vitória geopolítica da democracia contra a autocracia. Mas, para isso, os aliados ocidentais precisarão mostrar muito mais unidade do que mostraram até agora.

Bolsonaro diz que Putin é 'conservador' a apoiador que perguntou se líder russo é 'gente da gente' .
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Questionado por um apoiador se o presidente da Rússia, Vladimir Putin, era "gente da gente", o líder brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), chamou nesta quinta (27) o mandatário russo de "conservador". Bolsonaro, que visitará a Rússia no final de fevereiro, a convite de Putin, falava com apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada, em Brasília. O chefe do Executivo brasileiro disse ainda que, na viagem, buscará "melhores entendimentos" e "relações comerciais". "O mundo todo é simpático a gente.

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