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Mundo: Europa amplia restrições para conter avanço da ômicron; Reino Unido tem 12 mortes

A subvariante BA.2 pode reinfectar quem já pegou a ômicron?

  A subvariante BA.2 pode reinfectar quem já pegou a ômicron? A subvariante ômicron BA.1 infectou muitos brasileiros até janeiro. Agora, a BA.2 tem causado preocupação por ser mais contagiosa. Será que quem contraiu a primeira versão da cepa ômicron pode se reinfectar com a BA.2? © Diego Vara/REUTERS Estudo diz que proporção de casos da BA.2 subiu de 3,8% para 27,2% em apenas três semanas nos diagnósticos positivos Após a subvariante da ômicron BA.1 ter sido responsável pelo surto de covid-19 que ocorreu entre dezembro e janeiro e ainda ser predominante no Brasil, a BA.

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Países e cidades da Europa anunciaram o retorno de restrições para conter o avanço da variante ômicron. As previsões da Comissão Europeia apontam que a nova variante causadora da Covid-19, ainda mais contagiosa que as anteriores, será a dominante no continente em meados de janeiro.

No Reino Unido, 12 pessoas infectadas com a ômicron morreram e 104 foram hospitalizadas, em plena onda de infecções, anunciou o vice-premiê britânico, Dominic Raab, nesta segunda-feira (20).

Durante uma reunião na semana passada, os governantes europeus destacaram a urgência de se acelerar a vacinação. O continente apresenta uma boa taxa de imunização, com 67% da população com as duas doses.

A combinação de fatores que deixa Brasil e América do Sul mais protegidos contra a ômicron

  A combinação de fatores que deixa Brasil e América do Sul mais protegidos contra a ômicron Apesar de explosão atual de casos, população tem defesa mais robusta em comparação com ondas anteriores do coronavírus; veja pontos fortes e fracos.Mas, em meio ao avanço global da variante ômicron, que demonstra ser muito mais transmissível, faz o mundo bater recorde de novos casos de covid-19 e já causou mortes por aqui, os dados e os especialistas sinalizam que o Brasil - junto a boa parte da América do Sul - tem atualmente barreiras de proteção mais robustas para evitar que a explosão de infecções resulte em altos números de casos pacientes graves e óbitos.

No entanto, alguns países estão muito atrasados. Dos 27 membros da União Europeia, 9 apresentam taxas inferiores a 60% —Bulgária, Romênia e Eslováquia continuam abaixo de 50%.

O ECDC (Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças, na sigla em inglês) advertiu que a vacinação "não é suficiente" para frear as transmissões e defendeu o retorno de medidas como o teletrabalho, o uso de máscara e a limitação da capacidade em espaços públicos.

A Holanda iniciou um novo lockdown neste domingo (19) para conter a disseminação da ômicron. Segundo o primeiro-ministro do país, Mark Rutte, a medida restritiva deve durar até 14 de janeiro.

Rutte explicou que poderão seguir abertos estabelecimentos como supermercados, farmácias e postos de gasolina, enquanto restaurantes, cinemas, teatros e academias deverão parar atividades.

RS tem duas mortes provocadas pela variante Ômicron

  RS tem duas mortes provocadas pela variante Ômicron As duas mortes no RS provocadas pela variante Ômicron ocorreram dias despois dos primeiros sintomas. Ambos os pacientes eram vacinadas contra a covid-19 e tinha comorbidades.Ambos eram vacinados contra a covid-19 e tinham comorbidades. Os exames que identificaram a variante foram feitos pelo Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

Além disso, será permitido um número máximo de dois visitantes em cada residência por dia, com exceção do período de 24 a 26 de dezembro e da noite de Réveillon.

Na sexta (17), o RIVM (Instituto Nacional de Saúde Pública, na sigla em holandês) informou 15.433 novos casos de ovid-19, uma queda de 25% em relação à semana passada, mas, ainda assim, acima do pico de qualquer outra onda no país.

De acordo com o site Our Wolrd in Data, da Universidade de Oxford, cerca de 74,6% dos holandeses estão completamente vacinados contra a Covid-19. Mesmo assim, devido à ômicron, os hospitais operam sob pressão e muitos serão incapazes de lidar com um novo fluxo de pacientes, afirmam especialistas.

Na França, o governo anunciou que começará a vacinar crianças de 5 a 11 anos a partir da próxima quarta (22).

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, disse, na última sexta, que, com a ômicron se espalhando como "um raio", o governo propôs exigir uma prova de vacinação para quem entrar em restaurantes, cafés e outros estabelecimentos públicos. A medida pendente requer aprovação parlamentar.

Três doses de Coronavac não protegem contra ômicron, diz estudo

  Três doses de Coronavac não protegem contra ômicron, diz estudo Duas doses e uma dose de reforço da vacina contra Covid-19 fabricada pela chinesa Sinovac Biotech, uma das mais usadas no mundo, não produzem níveis suficientes de anticorpos neutralizantes para proteger contra a variante ômicron, segundo um estudo científico. Most Read from BloombergOmicron May Double Risk of Getting Infected on Planes, IATA SaysOmicron Has 80% Lower Risk of Hospitalization in South AfricaThree Sinovac Doses Fail to Protect Against Omicron in StudySingapore's Travelers Face Omicron ChaosOmicron Hospitalization Risk Is Far Below Delta’s in Two StudiesA pesquisa sugere que as pessoas que receberam a injeção da Sinovac,

Os últimos dados da agência de saúde pública da França não são animadores. Na última semana, a média de novos casos da doença se estabilizou em 52 mil por dia. Até o momento, a ômicron representa entre 7% e 10% dos testes positivos à Covid-19 na França.

Para Rémi Salomon, presidente da comissão médica da rede hospitalar pública parisiense, restrições mais duras precisam ser anunciadas antes de janeiro, para que os hospitais não enfrentem superlotação.

Já o Reino Unido registrou 82.886 novos casos de Covid neste domingo, um salto de 72% em relação às 48.071 novas infecções registradas no domingo anterior (12) —e a quarta vez em que o país tem mais de 80 mil casos registrados desde o começo da pandemia.

O país é um dos mais afetados da Europa pela pandemia, com mais de 147 mil vítimas.

Os números deste domingo são ligeiramente mais baixos do que as taxas de casos diários recordes recentes —estavam acima de 90 mil na quinta (16). Os números reportados tendem a ser menores nos fins de semana.

O governo impôs uma nova exigência para o uso de máscaras em ambientes fechados e ordenou que as pessoas apresentassem prova de vacinação ou um recente teste de coronavírus negativo para entrarem em boates e grandes eventos.

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Cientistas estão alertando o governo britânico da possibilidade dos hospitais ficarem lotados. O Reino Unido e outras nações estão acelerando o ritmo das doses de reforço depois que dados preliminares —de pesquisas não revisadas por pares— mostraram que duas doses da vacina foram menos eficazes contra a variante ômicron.

Shopping, catedrais e estádios de futebol no país foram convertidos em centros de vacinação em massa.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, ressaltou a preocupação com o aumento de casos e o potencial de sobrecarregar o sistema de saúde.

No sábado (18), foi implementada uma medida que permite que os conselhos locais na capital britânica possam coordenar os trabalhos de forma mais próxima com os serviços de emergência.

A ômicron é agora a variante dominante do coronavírus em Londres e os esforços foram intensificados para alcançar as pessoas que ainda não foram vacinadas.

Já a Dinamarca fechou teatros, salas de concerto, parques de diversões e museus. A Irlanda, por sua vez, impôs um toque de recolher às 20h em pubs e bares, além da participação limitada em eventos internos e externos.

Na Alemanha, o ministro da saúde do país, Karl Lauterbach, descartou, neste domingo, decretar medidas de isolamento social no Natal, mas alertou que a quinta onda de Covid-19 não pode mais ser interrompida e defendeu a vacinação obrigatória como a única maneira de parar a pandemia.

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A Alemanha proibiu pessoas não vacinadas de entrar em estabelecimentos não essenciais no início do mês, na tentativa de controlar o aumento de casos em meio à disseminação da ômicron.

Quase 70% da população está totalmente vacinada contra o vírus, segundo dados de 17 de dezembro.

O país registrou 29.348 novos casos neste domingo e 180 mortes. O número de novos casos diários aumentou significativamente em outubro e novembro, mas tem diminuído lentamente desde o início do mês.

Já na Itália, devido à alta recente dos casos, o governo de Mario Draghi reforçou as restrições para não vacinados, que agora não podem mais entrar em locais como eventos esportivos, shows, festas e áreas cobertas de bares e restaurantes.

Além disso, um certificado sanitário para imunizados, curados ou testados é exigido em todos os locais de trabalho. A dose de reforço da vacina contra Covid também já está disponível para todos os adultos, assim como a imunização de crianças entre cinco e 11 anos.

O país registrou, neste domingo, mais 24.259 casos e 97 mortes na pandemia, de acordo com boletim do Ministério da Saúde.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) informou, em resumo técnico publicado na última sexta que a ômicron já foi detectada em 89 países. Os casos de Covid-19 da nova variante estão dobrando a cada 1,5 a 3 dias em locais com transmissão local na comunidade

Segundo o documento, as principais questões sobre a nova cepa permanecem sem resposta, incluindo a gravidade da doença provocada por ela e se as vacinas existentes conferem proteção.

A nova cepa foi classificada como "preocupante" pela OMS. A decisão foi baseada na evidência científica de que a variante tem muitas mutações que influenciam no comportamento do vírus.

Além de vacinação completa e de reforço, quando oferecido, a orientação para evitar infecções continua a mesma para todas as variantes: manter distanciamento, lavar as mãos, usar máscara de forma adequada (cobrindo nariz e boca) e evitar lugares fechados ou com aglomeração.

Japão mantém restrições em suas fronteiras até o fim de fevereiro .
Fechamento do país para todos os estrangeiros foi definido em novembro para conter a ômicron“Tomando as medidas de fronteira mais rigorosas do G7, conseguimos garantir tempo para nos preparar para o aumento da infecção doméstica, minimizando o influxo da cepa ômicron”, afirmou em uma coletiva de imprensa.

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