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Mundo: EUA apertam exigências, e viajantes terão que fazer teste de Covid na véspera do embarque

Austrália recebe viajantes não vacinados e mesmo quem se vacinou pode transmitir o SARS-CoV-2

  Austrália recebe viajantes não vacinados e mesmo quem se vacinou pode transmitir o SARS-CoV-2 Publicações compartilhadas centenas de vezes desde, pelo menos, 29 de novembro de 2021 questionam como a variante ômicron do SARS-CoV-2 chegou à Austrália se “os não vacinados não podem sair nem entrar”, apontando uma suposta ineficácia das vacinas contra covid-19. Mas a afirmação é enganosa, não apenas porque os passageiros não vacinados podem sair e ingressar no país, sob certas condições, mas também porque, apesar de os fármacos anticovid reduzirem as possibilidades de casos graves e mortes, as pessoas vacinadas podem ser infectadas e transmitir o vírus, mas em menor medida, segundo estudos e especialistas consultados.

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciará nesta quinta (2) novas medidas de combate ao coronavírus a serem adotadas pelo país, incluindo mudanças nos protocolos de entrada de viajantes internacionais.

Agora, será necessário apresentar um teste de Covid-19 com resultado negativo realizado na véspera do embarque. Atualmente, o exame pode ser feito até três dias antes da viagem.

A medida, que deve começar a valer na próxima semana, atinge todos os viajantes internacionais, que também precisarão estar completamente vacinados para entrar nos Estados Unidos.

Biden anunciará todas as medidas oficialmente na tarde desta quinta, mas parte delas foi antecipada à imprensa pela Casa Branca. O governo busca dar uma resposta em meio ao avanço da variante ômicron, potencialmente mais contagiosa, que teve o primeiro caso registrado nos EUA na quarta (1º).

Impasse sobre regras do passaporte da vacina confunde passageiros que chegam ao Brasil

  Impasse sobre regras do passaporte da vacina confunde passageiros que chegam ao Brasil STF determinou apresentação do documento, mas governo federal ainda não regulamentou medida, o que pode ocorrer nesta segunda-feira. Cobrança do comprovante não ocorreu na maioria dos casosSÃO PAULO E RIO - A falta de regras claras sobre a obrigatoriedade do comprovante de vacinação contra a covid-19 criou um cenário confuso e gerou dúvidas em passageiros que chegavam nesta segunda-feira, 13, ao Brasil. No maior aeroporto do País, o de Cumbica, em Guarulhos, uma parte dos viajantes relatou ter sido cobrada pelo documento, enquanto outros disseram que não foram abordados sobre o assunto no desembarque internacional.

Para os viajantes, haverá também uma ampliação na exigência do uso de máscaras em aviões, trens e transporte público, até 18 de março de 2022. A multa mínima em caso de descumprimento da regra será de US$ 500 (R$ 2.817) e poderá chegar a US$ 3.000 (R$ 16,9 mil) em caso de reincidência.

Ao todo, o plano terá nove pontos, com destaque para a ampliação da distribuição de doses de reforço das vacinas. Elas serão oferecidas a todos os adultos e deverão ser tomadas seis meses após a segunda dose dos fármacos de Pfizer e Moderna, e dois meses depois da aplicação da dose única da Janssen. O reforço será oferecido em 80 mil pontos, e mais de 41 milhões de pessoas já receberam a dose extra.

O governo também ampliará a vacinação de crianças a partir de cinco anos de idade, para dar mais segurança para as escolas permanecerem abertas —no país, 99% dos centros de ensino estão com aulas presenciais, segundo a Casa Branca. Há planos ainda para garantir que empresas continuem abertas e para a realização de campanhas para que mais empregadores cobrem a imunização de funcionários.

Covid-19: pessoas não vacinadas terão que cumprir quarentena ao chegar Brasil

  Covid-19: pessoas não vacinadas terão que cumprir quarentena ao chegar Brasil Todas pessoas, brasileiras ou estrangeiras, que entrarem no Brasil por via aérea, a partir deste sábado (11), terão que apresentar documentos de teste negativo para a Covid-19 e de vacinação, caso contrário vão ter que passar por uma quarentena de cinco dias na cidade de destino. Na hipótese de voo com conexões ou escalas em que o viajante permaneça em área restrita do aeroporto, os prazos referidos serão considerados em relação ao embarque no primeiro trecho da viagem.

Biden também deve exigir que os planos privados de saúde reembolsem todos os 150 milhões de clientes que pagam por esse serviço no país com 100% do custo de testes caseiros, segundo funcionários da Casa Branca à agência de notícias Reuters —a regra não valerá retroativamente. O governo também deve disponibilizar 50 milhões de testes gratuitos em clínicas rurais e centros de saúde para não segurados.

Para ajudar o tratamento de infectados pelo coronavírus, a administração do democrata terá equipes médicas de resposta rápida, a serem enviadas aos estados onde houver alta súbita de casos.

A Casa Branca promete ainda aumentar o acesso a medicamentos para tratar a Covid e garantir que novas drogas aprovadas cheguem rapidamente a todo o país. No cenário internacional, o governo Biden deve se comprometer a acelerar a doação de vacinas. Os EUA falam em fornecer 1,2 bilhão de doses a outras nações, sendo que 200 milhões seriam entregues nos próximos cem dias.

Há, também, a perspectiva de expandir a produção de imunizantes no exterior, bem como acelerar a adaptação de vacinas para a nova variante, caso seja necessário. Estudos ainda estão sendo feitos para aferir a capacidade dos imunizantes atuais de conterem a ômicron.

França vai exigir teste negativo de Covid para viajantes de fora da UE, mesmo vacinados .
A propagação da variante ômicron preocupa as autoridades sanitárias da França, que registraram nesta quarta-feira (1°) mais 13 casos suspeitos da nova cepa. Na sequência, o governo anunciou que exigirá testes negativos de Covid-19 para quem chegar de fora da União Europeia (UE), inclusive pessoas vacinadas. Foi o porta-voz do governo francês, Gabriel Attal, que anunciou as novas medidas. Segundo ele, ao desembarcarem na França, viajantes não vacinados vindos de países exteriores à UE deverão apresentar um diagnóstico de menos de 24 horas negativo. Para os vacinados, o exame poderá ter sido feito até 48 horas antes.

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