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Mundo: WhatsApp, do Facebook, e iMessage, da Apple, são vulneráveis, diz revista

Por que a Apple adquiriu uma fintech 'Open Banking'?

  Por que a Apple adquiriu uma fintech 'Open Banking'? Aquisição da Credit Kudos, por US$ 150 milhões, levantam questionamentos sobre a estratégia baseada no conceito de compartilhamento de dados []De acordo com a descrição em seu próprio site, a Credit Kudos afirma seu propósito: “Nossos produtos inteligentes permitem que as empresas aproveitem o Open Banking para melhorar a acessibilidade e as avaliações de risco. Nossos insights preditivos são construídos combinando dados de transações e resultados de empréstimos. Nossos produtos ajudam os credores a otimizar a subscrição, melhorar a precisão na tomada de decisões e apoiar os clientes após a aquisição por meio de nossas ferramentas de engajamento.

Um documento interno do FBI mostra que as autoridades norte-americanas podem acessar conteúdos de usuários em aplicativos de mensagem. A vulnerabilidade envolve inclusive informações divulgadas como protegidas por criptografia pelas empresas de tecnologia.

Serviços como o WhatsApp, da Meta –mesma dona do Facebook–, e iMessage, da Apple, são os mais expostos.

A informação foi revelada pela revista Rolling Stone. A publicação teve acesso a um documento da polícia federal dos Estados Unidos sobre “acesso legal” a informações dos aplicativos.

O arquivo foi elaborado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia e e pela Divisão de Tecnologia Operacional do órgão. Trata-se de uma tabela com os principais mensageiros eletrônicos, e o tipo de informação que pode ser extraída deles. Eis a íntegra do documento (734 KB).

Whatsapp testa nova tela para chamada de voz; visual deixa a interface mais moderna e minimalista

  Whatsapp testa nova tela para chamada de voz; visual deixa a interface mais moderna e minimalista O design dos aplicativos pode sempre ser melhorado. A partir dos anos de utilização, os desenvolvedores gostam de renovar o visual das interfaces para deixar os recursos com cara de novo constantemente. Por este motivo, o Whatsapp pretende alterar o visual da tela de ligações. A novidade foi anunciada pelo site especializado em tecnologia WABetaInfo. A nova tela de ligações não apresenta novas funções além das que todo mundo conhece, porém, o design da interface está mais clean e apresenta uma ambiente mais minimalista, que é a principal tendência no momento.

Conhecido por adotar a criptografia de ponta a ponta, em que só o remetente e o destinatário da mensagem podem acessar seu conteúdo, o WhatsApp pode fornecer dados como o conteúdo das trocas de conversas, além de informações de data e hora de uso e a lista de contatos salvos.

A vulnerabilidade no sigilo das conversas do WhatsApp pode ocorrer se o usuário estiver usando um iPhone e tiver habilitado backups do iCloud, o serviço de nuvem da Apple, segundo o FBI.

A revista pontua que o WhatsApp pode produzir dados praticamente em tempo real para as autoridades, por meio dos metadados que o aplicativo produz.

Neste caso, as informações são enviadas a cada 15 minutos e podem revelar a origem e o destino de uma mensagem, mas não seu conteúdo.

WhatsApp lança campanha para estimular envio de mensagens no Ano Novo

  WhatsApp lança campanha para estimular envio de mensagens no Ano Novo Nesta semana, o WhatsApp lançou uma campanha de Ano Novo que será exibida nas redes sociais, vídeos, transmissões e cinemas, em vários países como Índia, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil. Com o mote "Não é Ano Novo até que você receba a mensagem que estava esperando", a ação estimula o envio de mensagens para pessoas que você gosta na virada do ano. Dirigida por Lions Niclas Larsson e filmada pelo diretor de fotografia vencedor do Oscar Linus Sandgren, a campanha mostra que o Ano novo não começa oficialmente à meia-noite, mas sim quando você recebe aquela mensagem especial de comemoração que você tanto esperava - seja de um parceiro, de seus pais ou de um

A possibilidade desse acesso já foi reconhecida por representantes da Meta, dona do Facebook, Instagram, e WhatsApp. Antigone Davis, chefe global de segurança da empresa, disse que mesmo com o uso da criptografia seria possível fornecer informações importantes às autoridades.

“Embora nenhum sistema seja perfeito, isso mostra que podemos continuar a deter os criminosos e apoiar a aplicação da lei.” Davis afirmou que a adoção mundial da criptografia em mensagens do Facebook e Instagram não deve ser feita antes de 2023.

Já o iMessage, serviço de mensagens instantâneas da Apple, tem uma série de vulnerabilidades, e pode entregar até as chaves de criptografia das mensagens.

Os dados dos aplicativos podem ser obtidos pelas autoridades por meios legais, segundo o documento do FBI. As alternativas incluem intimação, ordem judicial e mandado de busca. A corporação cita também brechas na legislação do país.

Facebook orquestrou campanha de difamação e mentiras contra o TikTok nos EUA

  Facebook orquestrou campanha de difamação e mentiras contra o TikTok nos EUA A empresa Targeted Victory pressionou agentes locais em todo o país a aumentar mensagens que chamavam o TikTok de ameaça às crianças americanasQuer se manter informado, ter acesso a mais de 60 colunistas e reportagens exclusivas?Assine o Estadão aqui!

O relatório do FBI ainda traz indicações de outros 7 aplicativos de mensagens: Line, Signal, Telegram, Threema, Viber, WeChat e Wickr. Dos citados, o Signal e o Telegram são os mais seguros, e não fornecem conteúdos das mensagens.

Do Signal podem ser obtidas a data e a hora em que um usuário se cadastrou e última data de conexão ao serviço, só por meio de uma decisão judicial.

No caso do Telegram, o aplicativo russo pode liberar o endereço de IP e o número de telefone do usuário às autoridades, desde que haja uma investigação comprovada envolvendo terroristas.

O Poder360 fez um levantamento sobre os principais mensageiros. Compare os apps Telegram, Signal e WhatsApp e saiba qual é o mais seguro.

À Rolling Stone, uma porta-voz do WhatsApp declarou que o monitoramento em tempo real não pode ser feito retroativamente, e que a criptografia de ponta a ponta impede o acesso diretamente ao conteúdo.

“Analisamos, validamos e respondemos cuidadosamente às solicitações de aplicação da lei com base na legislação aplicável e somos claros sobre isso em nosso site e em relatórios de transparência regulares”, disse.

A Apple não quis comentar o caso.

O relatório do FBI foi encaminhado à Rolling Stone pelo Property of the People, um grupo sem fins lucrativos de Washington, D.C. que atua pela transparência.

A entidade obteve o documento depois de fazer uma solicitação via Lei de Informação dos EUA. Ryan Shapiro, diretor-executivo do grupo, disse à revista que a privacidade é essencial para a democracia.

“A facilidade com que o FBI vigia nossos dados online, explorando os detalhes íntimos de nossas vidas diárias, ameaça a todos nós e abre caminho para o governo autoritário.”

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