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Mundo: Dólar fica em torno de R$ 4,72 após véspera tensa

Dólar sobe mais de 7% em ano nublado por temores fiscais; eleições e Fed são riscos para 2022

  Dólar sobe mais de 7% em ano nublado por temores fiscais; eleições e Fed são riscos para 2022 Dólar sobe mais de 7% em ano nublado por temores fiscais; eleições e Fed são riscos para 2022SÃO PAULO (Reuters) - O dólar despencou frente ao real nesta quinta-feira, mas fechou o ano--marcado pela deterioração da credibilidade fiscal doméstica-- em alta de mais de 7% contra o real, mirando um 2022 de muitas incertezas à medida que a corrida eleitoral brasileira se aproxima e o banco central norte-americano se prepara para elevar os juros.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar rondava a estabilidade contra o real logo após a abertura desta quinta-feira (7), em dia de clima mais ameno nos mercados internacionais, que sofreram na véspera com um posicionamento agressivo do banco central norte-americano na ata de sua última reunião.

Às 9h05 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,07%, a R$ 4,7180 na venda.

Na B3, às 9h05 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,14%, a R$ 4,7450.

O dólar spot fechou a quarta-feira (6) em alta de 1,21%, a R$ 4,7147 na venda --máxima desde 31 de março (R$ 4,7628).

O Banco Central fará nesta sessão leilão de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de junho de 2022.

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Investidores digeriam nesta manhã a possibilidade de lidar com um ambiente menos favorável aos investimentos em renda variável.

A divulgação nesta quarta-feira (6) da ata da reunião realizada em março pelo comitê de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) reforçou a percepção de que a inflação global ampliada pela guerra na Ucrânia levará a uma alta mais agressiva dos juros e à redução de outros estímulos econômicos.

Depois de um dia de baixas generalizadas, os mercados futuros de ações do Brasil e dos Estados Unidos davam sinais de estabilização antes da abertura das Bolsas de Valores.

Na Europa, a Bolsa de Londres tinha ligeira queda de 0,15%. Paris e Frankfurt subiam 0,61% e 0,38%, respectivamente. Os mercados asiáticos fecharam em queda. Tóquio perdeu 1,69%. Hong Kong caiu 1,23%.

Dólar volta a cair e caminha para maior queda trimestral desde 2009

  Dólar volta a cair e caminha para maior queda trimestral desde 2009 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A queda da taxa de câmbio voltava a refletir nesta quinta-feira (31) o apetite do mercado pelo Brasil. Às 11h20, o dólar caía 0,96%, a R$ 4,7390. Após fechar em alta na véspera, a moeda americana se aproximava da menor cotação desde março de 2020, no início da pandemia de Covid-19, e caminhava para fechar o dia com a maior queda trimestral desde junho de 2009. Assim como ocorreu na véspera, o dólar perde valor nesta quinta contra quase todas as moedas de países emergentes.

De acordo com a ata do banco central americano, alguns dos formuladores da política monetária discutiram realizar mais de um aumento de 0,50 ponto percentual na taxa de juros ao longo deste ano, caso a inflação persista.

Em março, o Fed elevou os juros de referência do país pela primeira vez desde 2018. O aumento aplicado foi de 0,25 ponto percentual, para uma taxa que havia sido rebaixada para perto de zero no início da pandemia de Covid-19. A ata do encontro mostrou que um aumento de 0,5 ponto chegou a ser considerado até mesmo em março.

Inicialmente, porém, analistas avaliavam que todas as altas neste ano seriam de 0,25 ponto percentual.

Agora, além de continuar a elevar a taxa de crédito, a autoridade também deverá iniciar a redução da sua carteira de títulos, que acumula cerca de US$ 9 trilhões (R$ 41 trilhões).

Durante a pandemia, uma das estratégias do Fed para amenizar o resfriamento econômico foi injetar liquidez no mercado por meio da compra mensal de cerca de US$ 120 bilhões (R$ 554 bilhões) em títulos imobiliários e do Tesouro. Esse programa foi encerrado neste ano. Agora, para diminuir o seu balanço patrimonial, o banco permitirá que esses títulos vençam.

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A ata aponta que o Fed discutiu reduzir o seu balanço em até US$ 95 bilhões por mês (R$ 446 bilhões) a partir do mês que vem, quando realizará a sua a próxima reunião.

O preço de referência para o petróleo bruto apresentava valorização de 1,34%, com o barril do Brent cotado a US$ 102,42 (R$ 480,97). O ganho ocorre após uma queda de 5,22% na véspera, que foi provocada pelo anúncio de novas liberações de estoques estratégicos de países para tentar amenizar a redução da oferta da Rússia, cujas exportações foram banidas dos Estados Unidos.

A Agência Internacional de Energia informou nesta quarta que seus países membros concordaram em liberar 120 milhões de barris de petróleo das suas reservas, com os Estados Unidos contribuindo com metade desse volume.

A parte oferecida pelo governo americano virá da retirada geral dos seus estoques estratégicos. O presidente Joe Biden já havia anunciado a liberação de 180 milhões de barris da reserva do país.

No Brasil, o Ministério das Minas e Energia apresentou nesta quarta os nomes de José Mauro Ferreira Coelho para presidir a Petrobras e de Márcio Andrade Weber para comandar o Conselho de Administração da estatal.

Coelho já integra o conselho de uma estatal e passou pelo MME (Ministério de Minas e Energia). Weber faz parte do conselho de administração da própria petroleira.

Os nomes fazem parte de uma solução interna do governo, que não encontrou pessoas da iniciativa privada dispostas a ocupar os postos em meio à pressão do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre os preços de combustíveis.

No mercado, a expectativa é que os nomes sejam aprovados pela assembleia da Petrobras na próxima quarta (13), segundo Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos.

"Com essas indicações o governo finaliza um período com os dois cargos máximos da companhia vagos. Isso diminui a dose de dúvida e a assimetria que pairavam sobre as ações da companhia nos últimos dias e contribuíam para que elas desempenhassem, às vezes, de forma diferente do movimento internacional do petróleo", comentou Arbetman.

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Entenda até quando o dólar vai ficar em baixa e quando deixar de comprarE o que explica esse movimento de alta? É preciso olhar para o exterior para entender o que motiva a retomada do fortalecimento do dólar neste momento.

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