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Mundo: Covid-19 aumenta risco de trombose até seis meses após contágio, diz estudo

O "beijo" da Amazônia com o Atlântico

  O Por Sérgio Adeodato em Página22 - A Amazônia brasileira é um manancial de superlativos, para o bem ou para o mal. Clichês à parte, representa a maior floresta tropical do globo terrestre, mas também registra os maiores índices de desmatamento, com metade das emissões nacionais de gases-estufa. Possui, ainda, a maior biodiversidade e um dos mais amplos acervos de povos e culturas ancestrais, além da mais volumosa bacia hidrográfica do mundo, apesar de muitos habitantes não terem acesso à água e tratamento de esgoto.

Um estudo publicado nesta quinta-feira (6) no British Medical Journal (BMJ) afirma que a Covid-19 aumenta o risco de desenvolver coágulos sanguíneos graves até seis meses depois do contágio.

  Covid-19 aumenta risco de trombose até seis meses após contágio, diz estudo © AP - Roman Yarovitcyn

A pesquisa, realizada por uma equipe de especialistas da Suécia, revela que existe um risco maior de trombose venosa profunda até três meses após a infecção por Covid-19. Segundo os pesquisadores, uma embolia pulmonar pode ocorrer até seis meses após o contágio e um evento hemorrágico até dois meses depois.

A possibilidade aumenta em pacientes com comorbidades ou que desenvolveram uma forma severa da Covid-19. O estudo também aponta que houve mais casos de trombose durante a primeira onda da pandemia do que na segunda e terceira.

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O aumento do risco de coágulos em pacientes contaminados pela Covid-19 já é conhecido. Nos hospitais, os anticoagulantes costumam ser administrados durante e após a infecção, em função dos sintomas , da gravidade do caso e do perfil do paciente.

A novidade do estudo foi apontar o período em que o risco de coágulos era maior após a contaminação e quantos participantes foram afetados pelo problema, em mais de dois anos de epidemia.

Mais de um milhão de pacientes contaminados

Para realizar a pesquisa, os pesquisadores analisaram mais de um milhão de pessoas na Suécia infectadas pela Covid-19 entre 1º de fevereiro de 2020 e 25 de maio de 2021. Elas foram classificadas por idade, sexo e local de residência. Outras quatro milhões que testaram negativo para a doença, no mesmo período, também foram estudadas.

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Os autores do estudo calcularam as taxas de trombose venosa profunda, embolia pulmonar e sangramento entre as pessoas que desenvolveram a doença e as compararam com o grupo que não foi contaminado. Desta forma, eles puderam observar uma grande frequência de casos de coágulos nos pacientes, até seis meses após a contaminação.

Segundo os pesquisadores, os maiores riscos observados durante a primeira onda comparados com as duas seguintes poderiam ser explicados pelas melhoras nos tratamentos e na cobertura vacinal, especialmente entre os pacientes com idades mais avançadas.

Os autores do estudo afirmam que os resultados obtidos justificam a adoção de medidas para evitar tromboses - como a administração de tratamentos para evitar a formação de coágulos sanguíneos - em particular para os pacientes de alto risco. A equipe de especialistas também destaca a importância da vacina contra a Covid-19.

(Com informações da AFP)

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